RPGCON: Palestra de Tormenta

03 jul, 2010 121 comentários por Mr.Pop

E após a reveladora palestra das editoras tivemos a palestra dos autores e editores de Tormena o cenário mais jogado de RPG do Brasil. Depois de um concorrida sessão de autógrafos do novo lançamento os autores deixaram algumas informações interessantes para o público que lotava o auditório da RPGCON:

1. O novo adianta a data do cenário 10 anos (de 1400 para 1410), porém ele é um livro de regras e não de cenário. O livro conta com 50 monstros;

2. é um livro de regras, e não é só por que um livro é de regras que ele tem que ser chato. D&D 4e tem escrita chata e isso não é interessante;

3. As Guerras Táuricas foram planejadas há muito tempo. Na revista já se dizia sobre uma estátua de Glorien no Reino de Tauron. Mesmo assim, as guerras não significam que existem Minotauros em todo lugar do mundo, só significa que eles mandam;

4. Há planos para se mexer na Aliança Negra, só não se sabe ainda quando;

5. O Império de Jade talvez saia, mas não há nada definido, portanto não cobrem!

6. Há preferência em fazer de Reinos de Moerania um suplemento e não um básico;

7. Trevisan diz que vai fazer um lorde da pra uma das áreas sem lorde;

8. O pai da Vitória é Sszzaasss;

9. O Paladino de NUNCA voltará. É difícil incluir personagens bons e poderosos em sem tirar o foco dos jogadores;

10. tem muitos ganchos que NÃO serão resolvidos. Desencanem isto é RPG. Os cenários e quadrinhos de RPG têm de ter final, não um cenário de RPG;

11. No processo de criação do RPG, todos colaboravam  mas tudo ficava do jeito do Cassaro no final. Leonel diz que queria mudar o sistema para o mais próximo do qgosto dele, mas o Cassaro sempre afirmava que os livros deveriam ser compatíveis;

12. tem o mesmo nível de cenários estrangeiros?  Não graficamente, mas em conteúdo sim. O texto do Trio é mais interessante que o da WotC. Mesmo assim, não foi publicado fora do Brasil por que o público americano de RPG tem resistência à material estrangeiro;

13. Além destes problemas, o lançamento de no exterior demandaria muitos recursos, principalmente numa tradução;

14. Não há nada de concreto a respeito da venda de direitos para outras mídias, mas o plano é trabalhar com algo eletrônico. Houve inclusive uma procura para o lançamento de um jogo via navegador, mas no fim, não se concretizou. Dequalquer forma só seria/será divulgado quando houver algo de concreto;

15. Eles não se importam com adaptações de fãs para outros sistemas, desde que não haja cópia de textos descritivos;

16. Perguntados se Trpg era mais D&D 3.5 ou Pathfinder eles responderam que o Trpg é um D&D 3.75;

17. RPG é o Tormentão. Não há planos para uma nova versão em um futuro próximo!

18. Também não há planos para aventuras prontas de , mas há sim planos para o lançamento de um escudo de Trpg;

19. O livro de cenário será bem descritivo, permitindo que seja usado em vários sistemas;

20. Não houve playtest nas regras de Trpg. Eles avaliam que há problemas quando o autor faz playtest com seus amigos, já que uma mesa é sempre diferente de outra. Mesmo assim o processo de criação sempre levou em consideração a opinião do público em alguns pontos do jogo;

21. Sistemas são falíveis e funcionam diferentemente de jogador pra jogador.

22. Pra fechar os próximos lançamentos: Escudo do Mestre, Bestiário, Valkária: Cidade sob a Deusa e o livro das Raças;

 

E esta foi a Palestra dos Autores e Editores de na RPGCON. A qualquer momento voltaremos com mais novidades! Aguardem ou acompanhem ao vivo através do Twitter do Paragons.

Destaque, NOTÍCIAS

Sobre o autor

Rpgista, D&Dista, Blogueiro, Carioca e Ubuntero. É um dos autores e o idealizador do projeto Old Dragon! Seu maior acerto crítico até hoje!

121 comentários para “RPGCON: Palestra de Tormenta”

  1. Tweets that mention RPGCON: Palestra de Tormenta | Paragons -- Topsy.com says:

    [...] This post was mentioned on Twitter by Antoniosaneto. Antoniosaneto said: RT @Paragons: Agora no #Paragons :: RPGCON: Palestra de Tormenta – http://bit.ly/9LH9N6 [...]

  2. Alexandre Fnord says:

    Quero eu estar errado, mas o twitter 20 deix brechas enormes para que o twitter 17 não seja verdade…

    • Mr.Pop says:

      Eu tb juro que achei estranho, mas bem eles (mais que ninguém no rpg nacional) devem saber o que estão fazendo!

      Não acredito que ele foi direto da cachola pro papel, pelo menos em 1 mesinha sequer deve ter parado antes. Só pode! hehehe

  3. Elda King says:

    “2. Tormenta é um livro de regras, e não é só por que um livro é de regras que ele tem que ser chato. D&D 4e tem escrita chata e isso não é interessante;”
    Isso é verdade (pelo menos nos livros que são “de regras”).
    “12. Tormenta tem o mesmo nível de cenários estrangeiros? Não graficamente, mas em conteúdo sim. O texto do Trio é mais interessante que o da WotC. Mesmo assim, Tormenta não foi publicado fora do Brasil por que o público americano de RPG tem resistência à material estrangeiro;”
    Mas isso já é presunção demais…

    • Name (required) says:

      Legal como o Trio adora falar do próprio trabalho e eles realmente tem razão, por que é o melhor trabalho do rpg nacional!
      Tormenta é maravilhoso, sempre foi e sempre sera, além de apresentar o RPG para novos jogadores.

      PS: Comentário anônimo, e editado (palavras em negrito). Lembrando que comentários anônimos não são permitidos.

  4. Puppet says:

    Esse trio Tormenta só me diverte mesmo.

    Quanto ao 2 o PH não é um livro chato, o MM1 por outro lado….

  5. Cabelo Branco says:

    “Tormenta tem o mesmo nível de cenários estrangeiros? Não graficamente, mas em conteúdo sim. O texto do Trio é mais interessante que o da WotC.”

    Hauhauhauhauha!!!Muito comedia mesmo.
    Pego o sem sal Dragonlance, e esse dá uma surra de lingüiça no cenário da jambo.

    Mas gosto é que nem…

    • Dan Ramos says:

      Dragonlance? Seres do Inferno dá uma surra! =)

      Brincadeiras à parte, obviamente é uma questão de gosto. De minha opinião acho exatamente o contrário de você. ;)

  6. Moisés "AsgardSoldier" Saraiva says:

    Presunção é o segundo nome deles….

  7. Tio Lipe "Cavaleiros" says:

    Olá!
    Vixe, já estou desistindo de Tormenta. Sistema sem playtest, algumas afirmações depreciativas do próprio material (mesmo que sutil), e planejamento para uma grande gama de suplementos e materiais extras… Não gostei.

    Até and Bye…

  8. O Gárgula says:

    Lipe

    Estou com você, material sem playtest e os próprios autores fazendo comentários depreciativos e ainda agindo como se fossem os reis da cocada preta…tem dó né.
    Ainda estava em dúvida e propenso a comprar, mas depois de certas declarações estou fora dessa meu filho.
    Aliás, o que adianta se no livro de regras se passaram dez anos ou mil…as regras são regras, deviam dar uma atualizada oficial no cenário e largar de frescura.
    Quanto a dizer se os cenários brasileiros ou estrangeiros são melhores só posso dizer que é uma questão de gosto, como alguns colegas disseram por isso não vou tacar o pau em ninguém.
    O cenário tem brechas que nunca serão explicadas? Putz, traduzindo…não sabemos como consertar essas brechas sem pisar ainda mais na lama.
    Algum dia a aliança negra será usada? Se fizeram pq não usam?
    A melhor notícia é que o paladino não vai voltar, personagens overpower são pé no s@$o mesmo, o pai da Vitória é o Szzas? E daí?

    • Armando Bueno says:

      Como ja disseram gosto é nem… mas gostei do sistema, é bem dinâmico, sem uns bugs dos sistema 3.0 e 3.5… e menos “mecanico” que o 4.0 …. mas não chamaria de 3.75.

      De todo… acho que um Upgrade no cenário não é tão necessário com lançamentos “recentes” de Contra Arcenal e Area de Tormenta…

      Acho que deveriam ver e fazerem o proprio playteste creio que não irão se arrepender….

      P.S.: Recente digo pois meu grupo joga 2 vz por mes… e para concluir Contra Arsenal (que tem muitos ganchos maneiros) demoramos uns 7 meses… são materiais para pelo menos 6 meses de jogo!!!!

  9. Lanceiro says:

    Nunca gostei do CENÁRIO tormenta, e pelo que li até agora vou continuar não gostando, estava disposto a comprar o livro por conta do tal sistema d&d 3.75 mas se a coisa não teve nem playtest acho que também vou pular fora.
    Parece que o CENÁRIO vai continuar estático pro resto da vida, isso é meio estranho…mais estranho que ainda não terem deposto e linchado o Thormy apesar de ele ser um rei incompetente e burro.

    • shingo Watanabe says:

      Peguei o livro e quero ver as regras antes de dizer alguma coisa, mas o cenário ser estático? Provavelmente vc não gosta dele então não acompanha, mas estático ele não é. Já ocorreram profundas mudanças, entre elas o estado político do Thormy.

      • Jumanji says:

        Oi Shingo

        Eu acompanho o cenário, e me desculpe mas ele se moveu muito pouco, e para pior em certos quesitos. Agora o Thormy não é mais imperador, mas deixou uma cópia sua no posto.
        Com certeza agora os artonianos vão continuar sendo governados por idiotas com a diferença de que vão puxar o saco dos minotauros,que decepção, seria muito mais interessante se a guerra continuasse e finalmente tentassem salvar a imagem do Thormy e do tal protetorado que sempre foram meramente decorativos.
        Quanto a Tormenta, a coisa não mudou praticamente nada, os lordes continuam os lordes, se um deles houvess sido morto a coisa andaria melhor.
        Panteão, os deuses artonianos são inúteis e continuarão sendo não importando quem os governa, agora não usar a legião negra ou os reinos de jade por hora tudo bem, dá pra entender numa boa.
        Quanto a quem seja o pai da Vitória, não faz diferença pq ela não está presente no cenário e personagens overpower (sejam heróis ou vilões) são um pé no saco.
        As maiores mudanças, não que façam realmente grande diferença foram as dos livros do Caldela, mas a verdade é que a situação continua a mesma se não pior.
        Ou seja, são necessários dez anos pro cenário se arrastar um pouco.

        • shingo watanabe says:

          Bem, se você acha que o Reinado se dividir em dois, as Guerras Táuricas, Glorien cair do Panteão, o retorno do Terceiro deus, o retorno de Valkaria, o ataque de Arsenal ao Reinado, a descoberta dos lordes da Tormenta e Shivara se tornar uma das regentes do Reinado são alterações menores eu tenho medo de perguntar o que são grandes alterações para vc.
          Agora qnt aos problemas para os jogadores a tendência é aparecer mais deles e não que eles sejam resolvidos ou explicados

  10. SnowBro says:

    E agora os artonianos serão lambe botas dos minotauros sob a liderança de outra governante incompetente. Putz…tá na hora de ter uma cisão séria nesse reinado mesmo! Eu também odeio Thormy Lanceiro.

  11. Jumanji says:

    Acho que a aliança negra não se manifestou pq está esperando os artonianos se matarem ente si para simplesmente tomarem posse da terra sem grandes perdas :).
    Pessoalmente gosto mais de Moreania do que do cenário oficial do tormenta, aliás estes lordes da tormenta e o diabo a quatro já encheram o saco, tava na hora de matarem um ou dois dos bichos.

  12. Pablo says:

    Eu não vejo graça nenhuma em Tormenta, dizer que esta no mesmo nível de bons cenários estrangeiros é um delírio…

  13. Ti o Ork says:

    Sem playtest???

    Eu sou orc burro, mas nem tão burro a ponto de comprar um sistema sem playtest….

  14. vekariel says:

    Bem eles so falaram que não houve playtest depois que um monte repito muuuuuuuuita gente comprou na pre-venda, eu estou propenso a comprar pq não é sempre que se tem material brazuca com esta qualidade grafica e cuidado geral, mas ainda digo esta longe de chegar perto da qualidade internacional, e pelo que conheço do trabalho do trio que acompanho desde a DB 6, o texto também está longe muito longe de ser igual.
    Mas temos que dar força ao que é nosso quem sabe o novo trio nao consiga melhorar este cenario pra valer, eu particularmente aposto no caldela sigo o tweeter dele e gosto do modo que ele trata as coisas, vou ocomprar os romances e ler pra ter uma ideia melhor….

    • Mr.Pop says:

      @vekariel: Foi o que eu falei no twitter. Eu não teria esta sangue frio, mas se tem alguém que sabe o que faz são eles. Pode até não se gostar deles, ou de trabalho deles, é um direito de cada um, mas experiência de sobra eles têm.

      • Puppet says:

        Cada um pensa o que quer, para mim a Tormenta é um tratado do que não fazer. Jogaram todo potencial do livretinho no lixo.

      • Capitão Melão says:

        Sabem o que fazem? Não sei não! Talvez eles estejam se tendo um pouco acima da conta, acho é que estão mesmo é sacaneando o leitor sem pelo menos testar o negócio direito, acho que o ego anda lá em cima.
        Pelo visto o negócio é torcer mesmo pro pathfinder vir pro Brasil, agora prestigiar obras brasileiras eu prestigio, desde que mereçam, agora comprar um negócio que acho que vai ser uma fria só pq é brasileiro, aí estou fora mesmo!!!!

        • shingo watanabe says:

          Pathfinder nunca virá para o Brasil. As editoras deixaram isto bem claro na palestra

        • Puppet says:

          Sinceramente não sou um cara que apoia a pirataria, em especial tenho um certo prazer em adquirir livros.

          Agora como fica a situação de quem não gostou do 4DnD? A Devir não pode mais publicar livros baseados na OGL, os que estão impressos devem estar esgotados ou quase lá.

          Pathfinder não vem para o Brasil e Tormenta… bem sejamos sinceros não é lá tudo isso que o Trio fala que é.

  15. Prof. Alessandro says:

    Realmente, as regras de um D&D 3.75 atrairão muito público. Será que a Paizo não fecharia uma tradução do Pathfinder para o Português? Sucesso garantido e muito playtest!

    • Shingo Watanabe says:

      O Pathfinder nunca virá ao Brasil, as editoras presentes no evento deixaram isto bem claro. Em teoria o seu lugar seria preenchido pelo Tormenta RPG. Porém escutei que tem um grupo de pessoas que irá fazer a SRD d20 em português. Se eles irão publicar é outra história.

  16. Sumiço says:

    Caramba, que coisa relaxada! Também estou achando que o ego do trio anda muito lá em cima para o meu gosto, vai ver apressaram o livro de regras sair logo para não perder algum prazo da editora.
    Que falta de responsabilidade, soltar a coisa sem nem fazer um playtest. Concordo que pelo jeito o cenário vai continuar congelado e estático como está desde o começo.
    Lamentável, a coisa tinha um bom potencial que foi podado.

  17. Reduto do Bucaneiro says:

    Olá gente…

    Cheguei agora do RPGCON e sobre p Tormenta, não tive boas notícias.

    Principalmente valores: O Tormenta RPG está sendo vendido por 79,90!!!

    Somente comparando:
    D&D Livro do Jogador 3.5 – R$74,90
    D&D 4ª Edição Livro do Jogador – R$79,90
    Mundo das Trevas – R$55,00
    Mago: o Despertar – R$79,95

    Todos livros importados, ou sejam com direitos comprados, tradução e muitos deles coloridos.

    Tormenta é nacional, seu material estava em suma pronto e além disso teve várias gravuras reaproveitadas.

    Eu provavelmente o compre, mesmo não curtindo muito, não porque não curta Tormenta, mas sim por não ser fã de Hi-Fantasy (para mim Tormenta é tão bom quando Forgotten e Eberron).

    Finalizando…

    Vi muita gente comprando o livro, porem não vi uma mesa oficial.

    Isso para mim é rídiculo. Um lançamento sem marketing!

    Mas de qualquer maneira…é um ótimo material nacional

    • Dan Ramos says:

      Cara, compare com os três de D&D, porque é isso que ele é, um jogo completo.

      Agora quanto ao preço de nacional vs importado, tenha em mente que muita gente precisa ser paga pra produzir material inédito. E como o Nume mesmo lembrou lá no .20, a maioria dos livros gringos são produzidos em gráficas da China, Taiwan, México e outros mercados com mão de obra praticamente escrava. Enfim, o pessoal esquece que nós precisamos de grana também.

    • @carolinanegrao says:

      @Reduto do Bucaneiro

    • @carolinanegrao says:

      @Reduto do Bucaneiro

      Amigo, se vc esteve no RPGcon mesmo e viu os livros mesmo deve saber que ele estava sendo vendido por R$ 60 na moonshadows e por R$ 70 na Jambô. Só corrigindo a informação que você deu.

      By the way, até onde eu sei a Moonshadows ia segurar o preço por mais uns dias, então quem quiser, #CORRÃO.

      Eu comprei o livro, tive a oportunidade de ler MUITA coisa dele, praticamente ele todo, e sinceramente acho que ficou azeitado. Vou jogar no final de semana que vem e já dou a minha opinião por aqui assim que eu o fizer.

      No entanto, concordo com os caras quando dizem que cada mesa é única. Seus jogadores e mestres são pessoas diferentes e não necessariamente o que funciona pra minha mesa vai funcionar pra de vocês e que as regras existem pra ser mudadas. Nós por exemplo não vamos usar o esquema de pontos de ação proposto lá, já adaptamos e voltamos pro antigo.

      E gente, quem aí NUNCA mexeu em NENHUMA regra de NENHUM sistema que já tenha jogado?

      Concordo também quando eles dizem que não podia rolar playtest DELES, dos autores, pq aí seria algo bom pra eles e não bom pra maioria das pessoas. Na palestra mesmo eles citaram algumas coisas que eles mudaram no meio do caminho após receber alguns comentários no .20 e pelo twitter também.

      Se devia ter rolado playtest em mesas que não fossem as deles, acho que devia sim. Mas é aquela história.. sempre seriam levantadas “correções” que dependem de ponto de vista de quem está jogando e mestrando e, não necessariamente, o meio termo pra agradar gregos e troianos seria alcançado. :)

  18. Dan Ramos says:

    Bem, comentando no geral, eu não estava lá, mas pelos twitts não sei onde diabos dá a entender que os autores do cenário, que realmente são experientes e possuem um produto antigo e famoso, estão com o “ego grande” ou com “presunção”.

    Aliás, essa é uma das coisas que faz esse mercado ser tão empacado. Tem que ser matuto, humilde, escondido, comer quietinho. Se quiser fazer publicidade, fudeu.

    Quanto a playtests, bem, concordo que é possível descobrir falhas de sistema com playtests, mas realmente cada experiência é única e cada mesa sempre deixa o sistema mais ao seu gosto. E outra, sistemas com mais de 7 anos de playtests (pois é, D&D 4E) vêm com tantos erros que já contam com várias erradas e updates, então não acho a pior coisa do mundo sair já já uma errata e uns updates de acordo com os erros apontados pela galera.

    Por fim, peço aos trolls de sempre que procurem melhorar os modos, porque a gente aqui gosta de um espaço democrático, mas a falta de respeito de alguns (como o Puppet) realmente tem minado nossa paciência. Já levamos até nome de lugar “mal frequentado” por não bloquear vocês, então pelo menos sejam mais respeitosos e vamos seguir a vida, pessoal.

    • Puppet says:

      Olha não vou levar isso muito adiante mas, queria saber onde houve falta de respeito da minha parte.

      Falar mal de algo é uma questão de opinião, não sou de meias palavras e nem tenho que agradar ninguém.

      • RogerioSaladino says:

        Verdade, Puppet. Você é o parâmetro de respeito e educação.
        Nunca fez coisas como criticar por criticar, ou falar que eu não sei o que eu faço, ou que “sei que eles não fazem ideia do que é um sistema coeso” ou coisa assim.
        Opinião é uma coisa. Dizer que não gosta de Tormenta é outra.
        Mas dizer que não vai comprar o livro porque a gente não sabe o que faz é realmente muito respeitoso e uma crítica bem embasada e cheia de argumentos válidos…

        Cara, não gosta beleza, direito teu. Agora vir dizer que eu não sei o que estou fazendo, é desrespeitar meu trabalho. Só isso.

        • Puppet says:

          Eu comprei seus livros, revista, folders, quadrinhos, hqs … por muitos anos. Tudo que tinha o selo Tormenta eu consumia.

          Para que? No final dei tudo a um amigo meu só para liberar espaço na minha estante, o mais interessante é que ele fez o mesmo.

          E olha eu ví vocês chutarem as regras de vários sistemas por anos a fio. Sabem por que elas existem? Para manter a coesão do sistema. Quer lançar o mesmo desafio que fizeram ao Mtelles e pedir para eu enumerá-las? Só tome cuidado com o que deseja.

          To vendo que vou ser banido de novo pois, fui ofensivo não se pode criticar o Trio.

          =====================================

          Shingo falando:

          Aqui no Paragons você pode falar mal de trabalhos ruins. Se quiser falar o que você acha dos autores que produziram estes trabalhos, faça em outro lugar.

          Isto serve para qualquer autor desde o Trio até o Telles passando pelos textos do blog. Agora sinta-se livre para fazer criticas a linha Tormenta RPG ou qualquer outra linha, mas lembre-se da linha entre criticar e trollar.

        • RogerioSaladino says:

          Puppet, se quiser, fica a vontade. Acho que aqui não é o lugar pra isso.

          Novamente, se quiser, pode me mandar e-mail em pvt. Não mudo de e-mail faz uns 10 anos (rogeriosaladino@uol.com.br), e sempre fui aberto a ler e responder comentários e críticas dos leitores. Posso demorar pra responder, mas respondo.

          O que eu reclamei, e torno a reclamar, é você ofender os autores, como você já fez.
          Não gosta de Tormenta, beleza. Não gosta dos livros atuais, prefere os materiais antigos, beleza.

          Quer escrever pra mim pra gente discutir civilizadamente, de boa.
          Quer escrever em blogs que a gente não sabe o que faz, que nossos fãs são burros e coisa assim, por favor, eu preferia que não.

        • Puppet says:

          Não é questão de gostar dos antigos, é questão de não perder mais dinheiro.

    • Dan Ramos says:

      Então Puppet, beleza, point taken. Registrada sua opinião. Não acha que tá na hora de seguir em frente?

  19. Patesi says:

    Pois é, Dan, tantos playtests e mesmo assim com falhas. Imagine sem os tais testes…Não gosto do Tormenta mas torço para que dê certo, afinal é um cenário nacional, e deve ser valorizad, além do mais, com suas falhas e tudo mais, detém certo nível, pelo que li até agora.

    Por último, sei que eles, mais que todos, tem que acreditar no que fazem e vender seu peixe, mas, cara, eles sempre tem que falar mal da quarta edição!? Puxa vida, isso é tão repetitivo.

    • Dan Ramos says:

      Patesi, eu que estou mestrando a 4E atualmente, também acho que o texto dos livros poderia ser bem mais interessante, embora também concorde que ele é assim seco para facilitar consultas.

      Então, sei do histórico dessa rixa, mas acho que DESSA vez não foi realmente uma calúnia da parte deles. Ou seja, eu não me ofenderia com essa frase =P

      • Patesi says:

        Endendi a perpectiva. Só salientando que não me ofendi, só acho chato ter que ficar falando mal para depois puxar a sardinha, não só sobre esta questão, mas sobre qualquer outra (veremos exemplos claros no horário político). Embora tenha que admitir que livros inteiramente crunch são chatos, mesmo. Se esse foi o objetivo tentado pelos caras, é a boa, mesmo e parabéns. Literatura necessária (para jogar) e ao mesmo tempo prazerosa não tem preço.

        Abraço a todos.

  20. RogerioSaladino says:

    Howdy.
    Queria agradecer ao pessoal que foi na RPGCon e prestigiou a gente lá.
    Coisas que eu queria falar:
    – Shingos, mal aí, queria ter conversado mais com você, mas estava um pouco corrido. Depois a gente fala, sei lá…
    – Dan, uma pena que você não pode ir, sentimos mesmo a sua falta. Tem que ir no próximo evento.
    – Valeu mesmo pela divulgação e o apoio que o pessoal do Paragons deu pro evento e pro lançamento do Tormenta RPG. Podem ter certeza que não passou despercebido.
    – Se alguém ficou chateado ou se sentiu ofendido com alguma coisa que eu disse na palestra de Tormenta, eu peço desculpas, eu já estava meio cansadão, era a minha terceira palestra seguida, eu já estava achando que não ia sair mais do auditório.

    Hmmm… acho que é isso. Estou de saída pro trabalho, depois eu comento/respondo mais coisa.

    • Shingo Watanabe says:

      Saladino, nem se incomode com isto. Se eu que fiquei assistindo as 3 palestras consecutivamente já fiquei cansado, imagino você que paletrou durante mais de 3 horas se parar. Por isto nem fui incomodar vocês :)

  21. Pedro Saiko says:

    Li todo o post com os twitts e os comentários da galera…
    Bom, acompanho o trabalho do trio com tormenta de forma meio esporádica mas com certo afinco quando a questão é cenário [e 3D&T xD] e pelo que vejo o lançamento do Trpg ressuscitou o cenário para alguns que não o viam desde a falecida DB e seus trabalhos subseqüentes. A realidade é que o cenário evoluiu e mudou bastante como já foi apontado e ouve grande investimento no enredo que se trata da “tormenta” em si, deixando outras vertentes com a aliança negra de lado e abrindo leque para outros acontecimentos e explicando outros.
    A realidade é que como muitos [eu imagino] eu esperava que Trpg fosse um “consolidador” de todas essas vertentes como os antigos manuais para 3D&T e os manuais do Reinado foram. Não ligava para inovação em regras, até porque já me decepcionei muito com o fato do Trio ter “abandonado” 3D&t e migrado para a OLG chegando ao cumulo do 4D&T [que eu descreveria com estupidez, no mínimo]. Porem, ao que parece, nem um nem outro… Em vez de consolidar esse manual vem com cara de “resumão caça-niqueis bonitinho” pra mim. E não é a 1ª vez que o trio o faz… Não falo por mau, como já foi dito autoras e editoras também precisam de grana pra viver, mas se por um lado o tratamento do cenário não me agradou por outro pra quem espera um livro de regras do nível de um “3.75″ como é prometido eu já fico de pé atras e desconfio de mais uma revisão de regras de tudo que a gente já conhece.
    Concluindo, o cenário é bom? É. Mas vai de gosto. As regras foram inovadas? Na minha visão não. [a não ser que o 3.75 deles seja um bela revisão de PF. xD].
    Já faz tempo que o trabalho do trio não é o mesmo, vejo muito mais trabalho e dedicação do Caldela em seus romances do que do trio todo nos livros de regras, o que é no mínimo triste já que são os livros de regras que nos auxilia a criarmos nossas próprias historias.
    Comprar? Por sua conta e risco! E como bom aventureiro confesso que talvez me arrisque, pois gosto de tormenta e não vai ser um livro que vai estragar o cenário, e para poder falar, bem ou mau, com razão! ^^

    Até…

    • Caio Viel says:

      Acho que muita gente superestima os playtests.

      O Tormenta RPG foi muito discutido (muito mesmo) no fórum da Jambo e no dot20, o que na minha opinião vale mais do que um playtest. A menos que estivéssemos considerando um playtest monstro, como o do Pathfinder, totalmente sem condições de ser realizado aqui no Brasil. Além disso, não estamos lidando com um sistema completamente novo, e sim com uma revisão do bom e velho D&D 3.5. Várias coisas que as pessoas achavam ruim no sistema ao longo dos anos foram consideradas no TRPG, além de ter encorporado elementos de outros jogos já playtestados a exaustão (como Pathfinder e o Sistema Saga).

      Logo, não ele não lida com mecânicas totalmente novas, como foi o caso da 4E, e sim com revisão de regras que já eram consideradas obsoletas, existindo uma série de opções para corrigi-las por ai.

      Há bastante tempo o Cassaro deixou bem claro que o TRPG era um Livro de Regras, e também deixou bem claro os motivos disso. Se a WotC (e a Devir por tabela) não tivessem abandonado o sistema D20, duvido que o Tormenta RPG tivesse saído, eles continuariam utilizando o sistema D20 normalmente. Logo, não é um caça-nível não.

      O Livro do Cenário (quase sem regras) vai ser lançando logo, ai se você gosta de jogar Tormenta com 3D&T, Daemon, Grups, 4E ou prefere ficar na 3.5 (considerando que você já tem os livros e não está disposto a comprar uma revisão) ou gosta mais do 3.75 do Paizo, não compre o Tormenta RPG, espere o Livro do Cenário.

      • Shingo Watanabe says:

        Isto mesmo, o Livro de Cenário vai ser só descrição. Nos mesmos moldes do antigo Reinado.

        • Pedro Saiko says:

          Opa! Acho que fui meio “incisivo” no meu comentário… ^^”
          Não quis “trollar” nem livro nem autores, mas a minha 1ª impressão não foi boa realmente. E só pra constar, pretendo comprar como tinha dito no fim do comentário, até porque como o Shingo me lembrou ainda não tenho nenhum manual 3.75 oficialmente e já que PF é sonho.
          Pra fechar como tinha dito no começo acompanho esporadicamente Tormenta e não sabia dos planos de lançamento dos livros de cenários também [my fail! xP].
          Só voltei a retrucar pois queria deixar claro que sou FÃ de Tormenta, só tenho minha visão pessoal de como vão as coisas com livros e tal, mas isso acho que todo mundo tem.[rsrsrs]

          Valeu Paragonianos, vou engordar meu porquinho agora que sei que tem material vindo por ai!

          Até…

  22. Gruingas says:

    Já estou com o meu TRPG e gostei muito… mas fiquei assustado agora com essa de “não teve playtest”… é claro que o jogo parece equilibrado, mas vamos ver que bicho dá.

    Sobre qualidades gráficas e de texto. Em se tratando de um livro preto e branco eu gosto muito do estilão mangá do Tormenta, fica bonito e “informativo”, já que dá pra observar vários detalhes nos desenhos.
    Pode não ser tão deslumbrante quanto um livrão todo colorido, mas satisfaz, eu mas não senti falta de nada no quesito ilustração no livro.

    Sobre a qualidade do texto do trio (ou dos trios), eu gosto do texto deles, acompanho há uns 10 anos, mas não sei se o TRPG é o melhor exemplo. É claro que ele tem algumas piadinhas, coisa que um livro de D&D nunca tem, mas na maior parte do tempo ele é simples, direto e seco.
    Eu acho que o trunfo aqui é que os trios conseguem, com bem menos texto, ser muito mais claros e informativos que os livros do D&D 3.X. As descrições de magias são mínimas, mas não geram nem confusão nem ambiguidades.
    Pra mim essa é umas das principais qualidades do TRPG.

    • @carolinanegrao says:

      @Gruingas

      Super concordo com vc.
      Inclusive, eu estava começando a querer mestrar em 3.5. Peguei o TRPG e me senti muito mais compelida a já mestrar direto nele porque achei MUITO mais fácil.

  23. Vinicius Zóio says:

    Eu particularmente fiquei curioso com o posterior livro de cenário :).

    Nunca li Tormenta, mas tenho curiosidade (assim como tantos outros cenários ;P). Um livro de cenário com o mínimo de regras como citado no ponto 19 lá em cima permite que cada jogador te Tormenta (ou interessado no cenário) use o sistema que quiser, seja o pessoal de 3D&T, até os camaradas que vem fazendo suas adaptações pro D&D 4 :).

    Enfim, como toda iniciativa brasileira, desejo muito sucesso à todos (mesmo que discorde de alguns posicionamentos do Trio de quando em vez ;))!

    • Shingo Watanabe says:

      Eu também, fiquei muito interessado no livro de cenário, principalmente porque eles disseram que ele será parecido com o Reinado. Que é o livro de Tormenta que eu mais gosto.

  24. DrumKingBob says:

    @Paragons Vlw por divulgar o conteúdo da palestra do TRPG.

  25. Bongo Bob says:

    Bom, de tudo que li e sei do cenário posso chegar as seguintes conclusões.
    1) O ego subiu um pouco, os playtests são necessários para se ver possíveis defeitos no jogo, não existe isso de sistema perfeito, depois lançam em seguinte uma edição “consertada” só pra arrancar uma grana;
    2) O cenário Tormenta mudou? Praticamente nada, concordo que as divindades artonianas são inúteis por isso não importa muito se Glorien caiu ou não. O reino se dividiu? Pra mim pareceu a mesma coisa, pelo que entendi os artonianos se entregaram pros minotauros, mostrando uma vez mais que são muito esquisitos. Faria mais sentido se parte de arton desse um chega pra lá na nova regente e resolvesse resistir;
    3) O livro de regras, bom eu não li e por isso não vou de jeito nenhum dizer que é ruim ou bom;
    4) Tormenta, a única mudança significativa foi o livramento de Tamu-ra da sua área de tormenta, o resto continuou praticamente na mesma, como foi dito se um dos lordes tivesse sido destruído a coisa seria mais emocionante.

    • RogerioSaladino says:

      Hmmm… desculpe, mas acho que tem umas coisas meio desencontradas nas suas conclusões. Deixa eu comentar uma coisa ou outra.

      Bom, de tudo que li e sei do cenário posso chegar as seguintes conclusões.
      1) Ego subiu um pouco? Não concordo que este seja um bom argumento, ou que justifique qualquer coisa referente a escolhas no Tormenta RPG.

      Na boa, leia o que eu escrevi sobre o assunto. E não, não vamos lançar uma versão consertada pra arrancar grana. O povo disse isso da Wizards, que fez playtest da 3ª edição, lembra?
      Tanto o Cassaro quanto o Guilherme já disseram em várias ocasiões que não pretendem fazer um novo livro básico.
      E ninguém disse que o sistema é perfeito. Nós acreditamos que o sistema está melhor pra se jogar agora, do jeito que ficou.

      2) O cenário Tormenta mudou? Praticamente nada, concordo que as divindades artonianas são inúteis por isso não importa muito se Glorien caiu ou não. O reino se dividiu? Pra mim pareceu a mesma coisa, pelo que entendi os artonianos se entregaram pros minotauros, mostrando uma vez mais que são muito esquisitos. Faria mais sentido se parte de arton desse um chega pra lá na nova regente e resolvesse resistir;

      Me desculpe, mas me pareceu que você está diminuindo os fatos que mudaram o cenário, pra dizer que foram poucas mudanças. Teve uma guerra, um deus caiu, outro se tornou o mais influente, outro deus ressurgiu, teve um monte de mudanças políticas. Teve mudança sim, mas você está considerando que as que aconteceram foram muito poucas. Quem joga no cenário percebeu o quanto mudou.
      Caramba, teve uma guerra que mudou coisa pra caramba.

      4) Tormenta, a única mudança significativa foi o livramento de Tamu-ra da sua área de tormenta, o resto continuou praticamente na mesma, como foi dito se um dos lordes tivesse sido destruído a coisa seria mais emocionante.

      Teve mais coisa que mudou. Dá uma olhada no livro, por favor.

  26. RogerioSaladino says:

    Howdy.

    Bom, o que eu vou comentar aqui é a minha opinião pessoal, ok? Isso não quer dizer que seja melhor que a opinião de ninguém, mas é pra deixar claro uns pontos, pro povo entender melhor certas decisões.

    Playtests: Acho que são uma ferramenta válida e útil pra se ver como um jogo/sistema se comporta em algumas mesas de jogos, uma das muitas formas de se conseguir opiniões do público. Mas não é a única, não é a mais importante e não a mais essencial.
    Nós temos um contato excelente com o nosso público, e temos fãs muito dedicados de Tormenta. Isso ajuda bastante na hora de sacar o que o nosso leitor quer, o que ele mais gosta num jogo, num sistema. E é isso que usamos na hora de mudar o sistema ou de fazer um novo suplemento, livro etc.
    Sem falar, que a Jambô tem um fórum, onde trocentas sugestões de leitores são discutidas. Quem já foi lá sabe que o Guilherme Svaldi, um dos responsáveis pela editora (e pelas novas regras) frequenta o fórum e troca ideia com os participantes.
    O fato de um livro/suplemento/sistema não ter sido “playtestado” não quer dizer necessariamente que ele é ruim, está uma porcaria e cheio de erros. O sistema usado é uma modificação, uma personalização do D20, que já foi jogado por muito tempo, e ainda é jogado.
    Se playtest fosse tão essencial e resolvesse todos os problemas de qualquer jogo, não teríamos o D&D 3,5, nem a quarta edição, porque, afinal, a 3ª edição foi playtestada. Nem vou mencionar jogos péssimos, que foram playtestados e ficaram ruins do mesmo jeito.

  27. O Gárgula says:

    Vou dar minha mão a palmatória, li mais os posts e tive a impressão que não havia tido playtest nenhum e não que os autores haviam feito pessoalmente ou não, por isso retiro minha afirmação a esse respeito.
    É claro portanto que a jambô realizou os tests, afinal é uma empresa séria e não soltaria o material sem ter realizado no mínimo um bom estudo sobre o material.
    Quanto aos acontecimentos no cenário, melhor não falar muita coisa. Eu realmente gostei dos livros do Caldela e o que aconteceu neles foi emocionante e muito bem contado, quem gostou beleza, quem não gostou é um direito do sujeito.
    Agora quanto ao futuro do cenário poderiam haver algumas mudanças a mais, talvez uma resistência descontente com os imperadores/imperatrizes que resolvessem se vingar dos minotauros sem ter ligação com os nobres.
    E quem sabe nos próximos anos algum lorde da tormenta não bate as botas ou a luta fica mais equilibrada.
    Infelizmente em relação as divindades, vcs me desculpem, mas elas realmente sempre me pareceram meio decorativas no cenário e não senti grandes emoções pela queda da Glorienn, o que foi legal foi a volta do deus dos dragões sem dúvida.
    Acho que dificilmente um panteão ficaria parado enquanto seu mundo está sendo destruído e seus fiéis perdem a fé neles, a não ser que haja uma regra cósmica dizendo que eles não podem atuar pessoalmente mesmo em emergências cósmicas.
    De resto mantenham a linha os mais afoitos, e Caldela vc, na minha opinião, é o sujeito mais jóia do trio, força pra vc.

  28. O Gárgula says:

    Ops, errei quis dizer SALADINO vc na minha opinião é o membro mais jóia do trio, força para vc.

  29. alan rodrigo silva says:

    É o fim da picada! Estou completamente decepcionado.

  30. Alexandre says:

    Que nada o certo hoje em dia é usar a internet para se tornar um pseudo-conhecedor-culto e críticar tudo. O certo é aplicar opniões sem fundamentos (Não comprar o livro por que foi anunciado que haverá muitos suplementos, foi rísivel), por que Tormenta vende bem e se vende bem é “modinha” e temos que ser Trolls, do contra e mostrar que somos pseudo-intelectuais, temos que ser contra tudo que seja “modinha”.

    Temos que curti cenários “Tr00s” e quem não gosta desse cenários e pior gosta de Tormenta, não merece respeito e pior, não vamos chamar para vim assistir nossa trilogia de Crepusculo aqui em casa. =(

    Corta aqui.

    • Homi do mato says:

      Qual o problema em criticar, man?

      O cenário é tosco “memo”!

      Idéias chupinhadas de outros cenários e desenhos horríveis!

      Mas essa é minha opinião, de um cara que curte outro tipo de rpg.

      RPG tem que ser gringo.
      O resto é rabiscos nervosos de um velho esclerosado em um banheiro.

      • Dan Ramos says:

        Faltou dizer a tag #Piada, né? =D

        • Homi do mato says:

          Pô bicho, acho que não passei a letra certa.

          Os mano acham que só pq é nacional,tem que ovacionar que nem cadela no cio e ficam mais louco que periquito pilotando lancha.

          Tem que rever a coisa toda.

          Se o bagulho é bom tem que botar a cara pra bater, que é no mercado gringo.

      • Vekariel says:

        Realmente… este andou bebendo, perdão o dizer, mas esta foi longe mesmo…O.O

      • Alexandre says:

        AEHIUAEHAEIUAEHIUAEHEIUAEHIUAEHAEUIAE
        HAEIUAEHAIEUHAEIUEHUAEHAEUIHAEIUHAEIUAEHE

      • RogerioSaladino says:

        Rogerio Saladino

        Discordo, Homi do Mato.

        Tem muito RPG Gringo que é bem ruim. Ser gringo não é a única coisa que faz um RPG ser bom.
        Como a gente disse na palestra,achamos mesmo que Tormenta não faria sucesso lá fora. O estilo de jogo e o que o mercado gringo quer é meio diferente do nosso.
        Tormenta RPG é um bom RPG. O cenário não é “tosco memo”. Ele tem inspirações em vários outros cenários, nunca negamos isso. Mas ele funciona bem. No mesmo estilo de Forgotten Realms, que também é outro sucesso e não é “tosco memo”.

        Desenhos horríveis? Questão de gosto, não vou discutir isso.

    • kazuyataz says:

      @homi do mato:homi do mato,senta la vai…rsrsrs

      @alexandre
      “Que nada o certo hoje em dia é usar a internet para se tornar um pseudo-conhecedor-culto e críticar tudo. O certo é aplicar opniões sem fundamentos (Não comprar o livro por que foi anunciado que haverá muitos suplementos, foi rísivel), por que Tormenta vende bem e se vende bem é “modinha” e temos que ser Trolls, do contra e mostrar que somos pseudo-intelectuais, temos que ser contra tudo que seja “modinha”.

      R:pois né alexandre,vcs trolls são foda.
      ao menos alguns trolls tem argumentos(oq vc considerar troll,que ao meu ver,pra vc quem n gosta de tormenta é troll)e por esses argumentos conseguem dizer de forma aceitavel que não gostam do cenario.

      o homi do mato comentou no estilo “dorgas”.
      mas vc era o sujo falando dos maus lavados.

      “Temos que curti cenários “Tr00s” e quem não gosta desse cenários e pior gosta de Tormenta, não merece respeito e pior, não vamos chamar para vim assistir nossa trilogia de Crepusculo aqui em casa. =(”

      R:vc protege um sistema que “toma pedra” de muito rpgista.e reclama.dai vc faz a mesma coisa com crepusculo.não gosto de crepusculo(antes de vc vir dar uma dono da verdade).por essa hipocrisia,o reply do homi foi digno de seu comentario.

      • Alexandre says:

        Na verdade cara, foi uma ironia a FORMA com que se estão fazendo as críticas, não AS CRÍTICAS…e tudo foi ironia, não queria ferir seu ego de fã de de nada. Relax. ;)

        Interpretação de Texto /’for all”.

        Se post apenas se encaixou no que eu quis dizer…

        Be Happy

  31. De volta da RPGCON 2010 says:

    [...] Palestra de Tormenta pelo Antonio do Paragons [...]

  32. Dan Ramos says:

    Então galera, a partir de agora, é só ignorar os trolls. =D

  33. Mathok, o saltador says:

    Putz!!!

    A coisa tá perdendo a linha realmente, vamos maneirar pessoal, se vocês não gostam da linha tormenta digam o pq de não gostar em vez de atacar autores ou dizer que rpg gringo é o melhor.
    Sejamos sinceros, realmente os gringos tem mais experiência em fazer isso, tem mais diversificação do produto. Mas alguns exemplos do rpg brasileiro (tá bom só um) também não é ruim.
    A linha tormenta não estaria no mercado até hoje se não fosse do agrado de muita gente, e apesar de, pessoalmente, achar que o cenário tem muito do elemento mágico (guerras contra demônios e cidades voadoras) tem muita coisa boa.
    Aliás, Gárgula gostei da atitude de vc reconhecer seu erro e pedir desculpas no post, melhorou bem desde aquela matéria da etiqueta.

  34. Alexandre Fnord says:

    Ou se não gostam de Tormenta, não qgostaram das notícias, ou não acham que eles merecem atenção, ignorem o post e vão comentar em outros que lhe interessem. Muito simples.

  35. @carolinanegrao says:

    Pois é, pessoas, não gosta não fica dando ibope e comentando aqui.. GET A LIFE.

  36. Tek says:

    Agora vocês compreendem minha dor :P

  37. O Gárgula says:

    De fato não tem coisa mais “semancol” do que um post sem NENHUM comentário, é a mesma coisa que dizer “postzinho sem vergonha o seu”.
    Agora comentar sobre o livro (desde que vc tenha lido) ou sobre o cenário (desde que não venham com putaria pra cima do autor) acho até válido.

  38. Mathok, o saltador says:

    De fato, a gente tem direito a criticar algo desde que tenha lido a respeito do mesmo ou tenha tido provas a respeito da incompetência, ou coisa parecida, do produto.
    Por isso vc merece um desconto quando achou que ninguém havia feito playtest no sistema, e pelo menos foi macho de confessar e pedir desculpa.
    Mas falar que o negócio é um lixo perto dos gringos e coisa parecida é bem fraquinho hein, coisa de gente que quer trollar ou só encher o saco.
    Agora, se explicassem, de forma educada, o PQ acham inferior até aí a coisa ainda rola.

    • Homi do mato says:

      Mas então mano .

      Tô comparando a parada pois comprei o meu na jambo.

      Não curti.

      Achei que os romances iriam dar uma nova cara ao cenário, mas o treco ficou mais do mesmo.

      • Mathok, o saltador says:

        Então vc tem direito de dizer, afinal vc comprou, vc leu e não está sendo agressivo com ninguém.
        E devo confessar que realmente o cenário (nada a ver com o livro de regras) REALMENTE ficou na mesma, nada que afete realmente o universo tormenta

        • Dan Ramos says:

          Cara, sério que tu achou isso? Eu tenho até medo do que você consideraria mudanças.

          Eu achei que mudou tanto que dei graças a deus que ainda faltam 8 anos pra minhas campanhas atuais entrarem no momento atual!

    • RogerioSaladino says:

      Poxa, eu realmente queria saber o que você consideraria uma grande mudança no cenário. Mudaram deuses, teve guerra, reis cairam…Teve muita coisa que mudou mesmo.
      Mas, se você achou que foi pouca, comenta aí pra gente ter uma discussão de boa.

      • Mathok, o saltador says:

        Antes de mais nada quero dizer que minhas afirmações vão ser opiniões pessoais, não tenho intenção de ofender quem é fã do cenário ou os autores.
        Vamos por partes:
        1) Guerra; foi muito rápida e praticamente um massacre, não houve nem a chance dos pj’s tomarem parte contra os minotauros, talvez se houver um suplemento a lá resistência;
        2) Reis caíram, o Thormy sempre foi um personagem pouco utilizado, e, na minha opinião um governante fraco e inútil a queda dele não significou nada pra mim, e a própria Shivara tem um grande currículo de fracassos e decisões erradas, provavelmente vai seguir o mesmo caminho do Thormy (aliás, vcs notaram que a filha do Thormy sumiu totalmente do cenário a anos)
        3) deuses caídos, a Glórien como a maioria do panteão de Arton nunca foi apreciada, ou bem utilizada, portanto não vai fazer grande diferença se foi deposta ou não. Khalmyr pra um deus da justiça sempre permitiu muitas injustiças, até beleza que não possa agir pessoalmente mas seus clérigos poderiam receber instruções ou visões que os encaminhassem para ações mais dignas.

        O que eu consideraria uma grande mudança:
        1) Um dos lordes da tormenta ser morto e a luta contra a invasão rubra começar a ficar mais equilibrada;
        2) Uma guerra de verdade contra os minotauros;
        3) O povo de Arton começar a ver que seus governantes não estão com toda essa bola e deporem alguns deles (isso seria interessante);
        4) O Twor confessar que não invade Arton pq seria mais fácil esperar todo mundo se matar e tomar posse do território sem grandes dificuldades;
        5) Descobrir o que o protetorado do reino protege, pq até agora não consegui saber o que eles realmente fazem…talvez sejam um clube de truco.

        Só umas considerações, eu sei que a idéia é que os heróis dos jogadores tomem o centro da coisa e não que os grandes de Arton tomem a frente, mas o fato é que como foi apresentada a coisa até agora eles quase não tem chance, a guerra tauríca foi tão rápida e decisiva que nem deu pra rolar alguma coisa (ainda tenho esperanças de uma resistência artoniana que mande seus governantes ás favas e tome a frente), o rei nunca nem tomou consciência real de ameaças iminentes como a aliança negra…e mesmo sobre a tormenta a grosso modo (tomou meio que tarde demais e ao que me parece só a academia arcana pagava aventureiros pra pesquisar a coisa)

  39. RogerioSaladino says:

    Opa,
    Aí vai o começo da minha resposta pro Mathok,o Saltador.
    Puxa… Ficou grande…

    >>Antes de mais nada, quero dizer que minhas afirmações vão ser opiniões pessoais, não tenho intenção de ofender quem é fã do cenário ou os autores.

    Certo. Normalmente não discuto opiniões, mas como essa promete ser uma discussão civilizada, vamos lá. Outra coisa importante é que a gente não ficar no “se vocês acham isso, então são uns idiotas”. Tem certos elementos do cenário que a gente acha que é melhor deixar de um jeito ou de outro, para melhorar a possibilidade de oferecer boas aventuras ou campanhas.
    Eu vou responder com opiniões minhas, o que nem sempre batem com as dos outros autores, que também podem ter lá seus motivos. Mas, como eu disse antes, eu acredito sim que o cenário teve boas mudanças, que Tormenta é um mundo dinâmico e está no mesmo patamar que grandes cenários como Greyhawk, Forgotten Realms e outros famosos. Volta e meia vou usar esses como exemplos.

    > Vamos por partes:
    >1) Guerra; foi muito rápida e praticamente um massacre, não houve nem a chance dos pj’s tomarem parte contra os minotauros, talvez se houver um suplemento a lá resistência;

    O próximo lançamento da Jambô para a linha Tormenta será justamente Guerras Táuricas. Não acho que a guerra foi muito rápida. Num cenário de fantasia onde se tem a possibilidade de magia, itens mágicos, clérigos que criam comida e outras coisas assim, por mais que digamos que a magia vai ser menos usada, ou que não se resolve tudo com magia, é muito fácil se imaginar uma guerra “upada” com magia. Um plano de expansão bem pensado, que pode ter levado anos para começar a ser executado, levaria em conta vários elementos.
    Minha opinião “in cenario” é que os minos estariam planejando isso faz tempo. Eles sabem que seria muito melhor pra eles fazer uma conquista rápida e menos desgastante, que alongar um conflito desse tamanho por muito tempo seria desvantajoso.
    Minha opinião como profissional: é uma excelente virada para os jogadores. Dá uma nova gama de aventuras para ser utilizada pelos jogadores. Resistência em regiões que ainda não aceitaram direito o domínio táurico, acidentes com os minos bagunçando em lugares onde não deviam e onde não conhecem as tradições… muita coisa se abriu a partir daí. Vale lembrar que uma das grandes mudanças no cenário de Greyhawk foi justamente como várias regiões se reergueram depois de uma guerra, que não foi muito mais longa que as Táuricas.

    > 2) Reis caíram, o Thormy sempre foi um personagem pouco utilizado, e, na minha opinião um governante fraco e inútil a queda dele não significou nada pra mim, e a própria Shivara tem um grande currículo de fracassos e decisões erradas, provavelmente vai seguir o mesmo caminho do Thormy (aliás, vcs notaram que a filha do Thormy sumiu totalmente do cenário a anos)

    Thormy foi um personagem bem utilizado sim. Se ele não era um rei mais atuante, é porque ele tinha trocentas coisa pra resolver ao mesmo tempo. Ele não era fraco ou inútil, apenas tinha problemas demais. Se a queda da figura que, teoricamente, era a mais influente do Reinado não significou nada pra você é uma questão pessoal ou da sua campanha. No mundo atual, eu considero que a Rainha Elisabeth II não significa nada pra mim, mas se ela morrer ou abdicar, vai ser um tremendo bafafá na Europa (note, não na Inglaterra, mas na Europa inteira). A queda do rei bigodudo é algo que vai mudar coisas no cenário, pra quem souber usar.

    > 3) deuses caídos, a Glórien como a maioria do panteão de Arton nunca foi apreciada, ou bem utilizada, portanto não vai fazer grande diferença se foi deposta ou não. Khalmyr pra um deus da justiça sempre permitiu muitas injustiças, até beleza que não possa agir pessoalmente mas seus clérigos poderiam receber instruções ou visões que os encaminhassem para ações mais dignas.

    Outra coisa aqui, uma mudança no Panteão, por mais insignificante que ela seja pra sua campanha, ela não é para o mundo. O Terceiro está de volta, a deusa de uma raça inteira caiu, um novo deus é considerado o mais influente em toda Arton… isso é bastante coisa pra quem sabe usar e aproveitar em suas campanhas. Dizer que Glórienn, Khalmyr ou outro deus não era bem aproveitado… bom, era para os mestres e jogadores usarem esse cenário. Não quero ter que dizer tudo que vai acontecer em cada campanha. Não queremos podar qualquer aventura dos fãs. Conheço gente que estava fazendo várias aventuras onde os elfos estavam tentando reerguer sua raça, cultura etc. diga pra esse povo que Glorienn cair não mudou nada, que não vai influenciar no cenário… A falha de Khalmyr ao conduzir o Panteão pode gerar muita coisa interessante na sua igreja, como dissidências e cisões. E como era a religião mais seguida do Reinado, isso vai trazer muitas consequências. Se antes se procurava oficialmente um clérigo de Khalmyr para resolver assuntos… oficiais, agora isso é feito por sacerdotes de Tauron, (ou simplesmente minos) o que vai mudar muita coisa.

    > O que eu consideraria uma grande mudança:
    > 1) Um dos lordes da tormenta ser morto e a luta contra a invasão rubra começar a ficar mais equilibrada;

    Não seria uma grande mudança assim. Não tanto quanto uma guerra. E desde quando uma ameaça como a Tormenta tem que ficar “equilibrada”? Ela existe pra ser o grande vilão do cenário, não pra ser eliminada em um ou dois anos. No cenário Ravenloft, os lordes de domínio mais famosos (Strahd, Azalin, Adam, etc.) nunca foram completamente derrotados pra deixar o cenário mais equilibrado. Eles até poderiam ser derrotados em aventuras, mas não oficialmente.

    > 2) Uma guerra de verdade contra os minotauros;

    Houve uma guerra de verdade. Aguarde o suplemento Guerras Táuricas. E o que seria uma guerra “de verdade”? Uma com dez anos de duração?

    > 3) O povo de Arton começar a ver que seus governantes não estão com toda essa bola e deporem alguns deles (isso seria interessante);

    Aí tem um problema. Você está colocando uma visão moderna numa sociedade baseada numa época medieval. Na sociedade que tinha uma nobreza comandando uma região, era raro o povo querer depor seus regentes. Isso só aconteceu em certas condições específicas, quando tinha alguém querendo tomar o lugar, quando o regente era um tirano que matava muita gente de região e não tinha apoio e etc. Em Arton, tinha muita gente comum (o que exclui os personagens dos jogadores em geral) que achava o Rei Thormy um cara legal, que não exagerava nos impostos, que mantinha o mal longe e que resolvia bem um monte de problemas. Ou você, hoje em dia, fica revoltado com o responsável das Nações Unidas por não resolver o conflito armado ou o contrabando de armas em Angola? Aliás, você SABE quem seria esse responsável? Sabe o que ele tem ou não feito?
    E tem muitos casos que os governantes não são assim tão fáceis de serem depostos. Colocar quem no lugar? Schkar?

    > 4) O Twor confessar que não invade Arton pq seria mais fácil esperar todo mundo se matar e tomar posse do território sem grandes dificuldades;

    E ele faria isso onde? No programa da Hebe? A gente ainda não escreveu nada sobre a Aliança Negra, é fato, mas é uma das coisas que faremos e onde, mais uma vez, terá mais mudança no cenário. Acha mesmo que o cara que conseguiu poder entre as tribos de goblinóides vai dizer pra todo mundo que ele está esperando os seus inimigos se matarem pra dominar um campo vazio? E eu não entendo onde isso seria uma mudança maior que a guerra dos minos.

    > 5) Descobrir o que o protetorado do reino protege, pq até agora não consegui saber o que eles realmente fazem…talvez sejam um clube de truco.

    Também não entendo como isso seria uma graaande mudança no cenário. Não gosta do grupo ou do nome dele, não usa. Fala que eles foram mortos protegendo o reino durante as guerras, pronto.

    > Só umas considerações, eu sei que a idéia é que os heróis dos jogadores tomem o centro da coisa e não que os grandes de Arton tomem a frente, mas o fato é que como foi apresentada a coisa até agora eles quase não tem chance, a guerra tauríca foi tão rápida e decisiva que nem deu pra rolar alguma coisa (ainda tenho esperanças de uma resistência artoniana que mande seus governantes ás favas e tome a frente),

    A ideia é que as guerras gerassem mais ganchos de aventuras com o seu desfecho, não apenas a guerra., mas isso é discussão pra depois do Guerras Táuricas.

    o rei nunca nem tomou consciência real de ameaças iminentes como a aliança negra…e mesmo sobre a tormenta a grosso modo (tomou meio que tarde demais e ao que me parece só a academia arcana pagava aventureiros pra pesquisar a coisa)

    Ele tomou sim, só que como foi tudo ao mesmo tempo, e ele tinha questões mais urgentes (ou que ele achava que eram mais urgentes), se dedicou mais a essas questões. A História da Humanidade está cheia de casos assim, de regentes que acabaram entrando pelo cano com ameaças que eles subestimaram. Isso só torna o Thormy um personagem mais real, mais normal. Que erra. Só que quando um rei erra, bagunça a vida de muita gente, que foi exatamente o que aconteceu.

    Percebe como tem mudança? Algumas podem não afetar você ou a sua campanha, mas agitam o cenário sim.

  40. Mathok, o saltador says:

    Saladino

    Obrigado pela atenção por responder minhas dúvidas, só umas afirmações (não vou insistir em nada).

    1) Pelo visto o suplemento das guerras táuricas vai ter tudo o que eu esperava, por isso está tudo resolvido e perfeito, sem dúvidas e uma maravilha (vive la resistance);

    2)Eu não disse que o Thormy foi mal utilizado, e sim pouco. Talvez ele devesse ter tido um papel mais atuante, ou de governante mais preocupado, nunca me passou muito o papel de preocupado ou interessado (na verdade ele me lembra o rei Ricardo Coração de Leão, que passou apenas seis meses de seu reinado em seu país natal), mas talvez o papel dele seja exatamente esse, por isso sem mais dúvidas e sem mais comentários meus;

    3) Divindades são algo complicado de se utilizar, também vi seu ponto de vista e concordando ou não com ele vou respeitar numa boa, talvez agora as divindades sejam mais atuantes com esses choques que houveram, talvez não. Talvez mesmo com essa invasão os clérigos de Tauron não tenham um aumento de influência, lembre-se para os artonianos eles agora são o inimigo, e logo o deus deles também não vai ser tão bem visto;

    Agora quanto a maioria das minhas outras considerações, considere quase todas como uma tentativa de ser engraçado mas SEM a intenção de ofender.

    Quanto a um tipo de “trégua” com a tormenta que talvez viria com a morte de um dos lordes vamos entender que a tormenta por hora não pegaria mais pedaços de Arton, vamos dizer que com a retomada de Tamu-ra os diabões lefeu resolveram ir um pouco mais devagar. Talvez, a morte de um dos lordes trouxesse um pouco de esperança a um povo que levou porrada de todo lado ou talvez não,depende dos planos dos autores não?

    Quanto a população enjoar de seus governantes eu acredito que tudo tenha o seu limite, vamos ver a revolução francesa, o assassinato de vários imperadores romanos. Vamos ter em mente que Arton é um mundo culturalmente superior a idade média terrestre.
    A maioria das pessoas é letrada, tem livros a seu alcance, e a sociedade é bem comercial, então teoricamente seria possível sim uma revolta ou descontentamento no mínimo em várias regiões.
    Mas novamente digo, se os autores tem outros planos não sou eu que vou tentar dizer que o meu plano está correto e o de vcs errado, beleza e entendido o seu ponto de vista.

    Novamente digo que não tenho a menor intenção de ofender quem aprecia o cenário (eu gosto, afinal não colecionaria a revista a anos e teria comprado alguns suplementos se o odiasse). E como o Sr. Saladino disse isso é um debate (prefiro usar esse termo em detrimento a discussão) e não uma briga, se em qualquer momento o Sr. ou alguém considerou que eu fui agressivo, ofendi alguém ou seu trabalho por favor me avisem e isso para por aqui.
    Novamente meus parabéns pelo trabalho e agradeço pela atenção.

  41. SnowBro says:

    Bom

    Eu concordo com alguns pontos de ambas as partes.
    Se foi uma guerra amparada pelos recursos mágicos o outro lado não teria possibilidade de contar com os mesmos recursos, obviamente eu entendo que foram pegos de surpresa, mas não poderia a comunicação mágica ter permitido uma “recepção mais calorosa” aos minotauros? Bem, com certeza foi a intenção dos autores fazer uma guerra rápida para colocar essa mudança no cenário, e como vai haver uma resistência em algumas áreas deixemos isso pra lá.
    Concordo que o Thormy não é um personagem ruim, mas também acho que foi mal utilizado e passou uma imagem um pouco ruim em relação a seu governo, vai ver os conselheiros dele eram uns inúteis vendidos.
    Concordo que Arton é mais letrado que a Europa Medieval e talvez houvesse uma chance melhor para a população descontente, e não creio que o uso de força fosse um motivo para ficarem quietos, especialmente com tantos paladinos, clérigos bondosos e etc pela região.
    Uma “trégua” da Tormenta, talvez fosse interessante, no caso acho que depende mais da cabeça de cada um. Algo legal seria os nitamuranianos voltando para casa, agora livre da tormenta.
    Talvez fosse interessante mostrar um pouco de descontentamento por parte do povo, talvez não uma rebelião, mas algumas pichações de “Abaixo Thormy” e “Ragnar os leve caras de vaca” talvez fossem interessantes, afinal pichações existiam desde a época dos romanos (existem até algumas vikings).
    Ou quem sabe algumas estátuas do Thormy ou do Aurakas com as orelhas arrancadas e etc como faziam em Roma.
    Umas vaias para a nova regente talvez não fosse uma coisa má, e daria pra explorar ela tentando arregimentar o apoio dos que se sentiram traídos e coisa e tal.
    Mas isso são só idéias

  42. kazuyataz says:

    em primeiro lugar,gosto de tormenta.tem altos e baixos,coisas que gosto do cenario assim como qualquer outro “gringo”.
    bão falo que PRA MIM esteja no nivel de outros.mas é gosto.

    em segundo lugar,gostaria de dizer que tirei meu chapeu pro saladino por vir aqui apanhar dos internautas xD.tirou duvida e tudo.eu ja tinha mandado pra pqp…voltando ao assunto.

    eu não peguei o livro,mas por resenhas(mini-resenhas),coments e pela ds,gostaria de deixar aqui minha opnião.

    1)eu acho que o basico em qualquer cenario é poder ter varios estilos de campanhas(a menos que seja BEEEMMM especifico pra aquilo).
    pelo menos haver uma historia basica da progressão das raças,povos,regiões e dos deuses.
    porem acho que deve haver continuação e reporte (ao menos atualização) desses elementos no cenario,assim o mestre pode adicionar o fato e causar um TCHAM

    • kazuyataz says:

      CONTINUAÇÃO:
      …causar um TCHAM na aventura.
      o foda é que mesmo com panteão mudado,os deuses ainda n interferem.
      e o lorde que morreu foi o mais distante do continente(alias,como morreu ?o.O).
      e os minotauros são quase a mesma coisa que os orcs:raça guerreira a mando de um deus a fim de conquistar geral.apenas mais civilizada.
      por isso as mudanças são consideradas poucas,pois adicionam pouco(a menos que o mestre faça algo mais bolado com base naquilo).

      2)playtest varia de sistema,que varia de mecanica,e de erros,e de situações.WoD ficou otimo,4e tbm,mas eu vejo falhas(e olha que eu jogo).porem mesmo sendo WoD,e com playtest,achei o novo vampire ruim.porem achei changeling bom.
      varia gostos.mecanica pode ser consertavel.
      alem do mais,a mecanica realmente importa?se vc se dirvertir com o sistema,pague os 80 reais.se não,não compre ora.
      não sei se comprarei.gosto de certos pontos do cenario,mas nem tudo.mas tem gente que ta xingando por ver apenas noticias superficiais o.O…

      acontece que hoje oq não é de seu gosto vira “merda”…

      ps¹:pq vcs n fazer um romance explicando um possivel fato obscuro(ou até mesmo o castigo dos 3)e narra allgo como uma briga sobre o direito de influenciar arton e outros planos?assim explicaria o jeito passivo dos deuses…

      ps²:a vitoria é fruto da traição(trocadilho e coincidencia com os minos né?)…

    • kazuyataz says:

      o bão do promeiro coment na terceira linha é não ;D

  43. Gran Kain says:

    Bom eu realmente não gosto do trabalho do trio, mas respeito sim. Tenho alguns trabalhos deles, hoje em dia tem pouca coisa que me chama a atenção, mas é gosto, não tem nada a ver com o autor. O oposto da Margaret Weiss que escreve o que quero mas ela é péssima ao colocar as palavras haha.

    Mas enfim, o TRPG me deixou curioso, cheguei a ver suas páginas, curioso o suficiente pra desenbolsar 100 pratas. O livro parece estar mesmo com uma qualidade muito boa, precisei me esforçar pra não gastar no RPGCON e não permitir que minha esposa comprasse as escondidas huahua

    Provavelmente ainda irei comprar, pois ao que tudo indica merece.

  44. @carolinanegrao says:

    Salve salve, galere do RPG.

    No último fds eu tive a oportunidade de jogar o TRPG. Toda a nossa campanha foi construida em cima do 3.5, logo tivemos que fazer a conversão de tudo. Onde encontramos a maior dificuldade foi nas criaturas, por conta do ajuste de nível, mas esse problema será facilmente sanado quando o bestiário sair.

    Sentimos falta de explicação de algumas condições de combate e magia, que conseguimos consultar no 3.5 pra continuar jogando.

    E, principalmente, falta mais explicação de regra quanto a magia. Explico: o mago deve preparar a magia já com os talentos metamágicos (tipo uma bola de fogo, maximizada, potencializada que custe 8 pontos) ou ele deve preparar uma bola de fogo de 3pts e depois vai colocando talento, pegando pontos de outras magias preparadas?

    Fora isso, o @willsatoru (o mestre da nossa mesa) diz que as classes ficaram MUITO desequilibradas, em especial o Swashbuckler por causa da CA escrotamente alta que a classe pode ficar. Mas eu, em contraponto, acho que TODAS as classes foram favorecidas e ficaram mais apelativas.

    Mas no geral, o sistema é mais simples, mais rápido e mais fácil.

    Eu gostei.

    • Dan Ramos says:

      Acho que entendo a ideia deles deixarem as classes muito apelativas. É naquelas, normalmente personagens de D&D já são meio que feitos pra apelar (uma hora ou outra todo mundo acaba “otimizando” os personagens, como dizem os apelões), então eles fizeram que você não precisasse sair catando talentos, prestiges e itens mágicos em livros obscuros por aí. =P

      • @carolinanegrao says:

        eu também entendo e concordo… e algo que é MUITO justo na nossa mesa é que se o PJ apela, os inimigos também vão apelar.. :)

      • kazuyataz says:

        @danramos
        principalmente pelo fato de que apenas os fluentes conseguem achar CdP mais variadas e combos desconhecidos.

        pergunta:
        o sistema é um “3.75″,mas tem conversão das CdP de 3.5?vai haver mais suplementos com mais classes?
        seria ótimo jogar com dragon shaman(player handbook 2),principalmente com o terceiro deus de volta…

    • Danilo says:

      Bem, obviamente se as pessoas estavam esperando alguma espécie de livro de regras genérico para fantasia medieval podem tirar o cavalinho da chuva. Ao que parece as regras são bem específicas para o cenário de Tormenta, com coisas mais animescas mesmo.

      Não sei, fica parecendo que ele poderia ter tido um pouco mais de paciência antes de lançar o livro, da forma como está soando, parece que foi lançado as pressas. Pelo alto preço, acho que poderiam ter sido mais caprichosos.

      Como eu me adaptei muito bem as regras da quarta edição, estou bem servido de fantasia medieval!

      • Rogerio Saladino says:

        Danilo, o Tormenta RPG tem coisas voltadas pro cenário sim, mas é um livro básico de RPG para fantasia. Dá uma olhada no livro antes de afirmar, por favor.
        Você está comentando a partir de comentários de terceiros…
        D&D (3a ed) também era um jogo pra se jogar em Greyhawk, mas as regras eram pra RPG de Fantasia…

        • Danilo says:

          Eu vou acabar comprando o livro pra checar e poder falar com mais propriedade mesmo. Estou vendendo uns livros e talvez eu compre. Veremos.

  45. Gustavo Murad says:

    Percebam:

    “1. O novo Tormenta adianta a data do cenário 10 anos (de 1400 para 1410), porém ele é um livro de regras e não de cenário. O livro conta com 50 monstros;”

    Aqui fica parecendo que é um livro focado nas regras e não no cenário.

    “19. O livro de cenário será bem descritivo, permitindo que seja usado em vários sistemas;”

    Aqui entende-se claramente que será um livro de cenário bem descritivo.

    Minha dúvida: Ou são livros diferentes ou tem algo estranho ai. Alguém sabe?

    Sou fã de Tormenta apesar de ter começado a jogar RPG muito antes de Tormenta dar seus primeiros passos.

    Gosto de vários pontos e uso oscenário como um livro de pesquisa retirando lugares e partes interessantes para melhorar a minha campanha.

    De todo material lançado recentemente creio que os que Leonel Caldela teve maior participação foram os que trouxeram mais “vida” ao cenário, a exemplo de “Inimigo do Mundo” e mesmo o “Área de Tormenta”.

    E por isso é uma pena ter lido o seguinte: “Leonel diz que queria mudar o sistema para o mais próximo do qgosto dele, mas o Cassaro sempre afirmava que os livros deveriam ser compatíveis;”

    Não sei como foram as vendas de “Inimigo do Mundo” mas a qualidade dele e até de Área de Tormenta parece ser melhor do que da velha “colcha de retalhos” Tormenta…

    Fica ai um abraço pro Trio, prestigío muito o trabalho de vocês e acredito que minhas críticas construtivas e uma forma de expressar a opinião de um fã.

  46. Danilo says:

    Eles não rolaram nenhum playtest porque preferiram gastar o tempo deles jogando alguma coisa que presta.

    • Danilo says:

      Brincadeira.
      Bem, minha opinião: eu acompanho o Cassaro a muito tempo, e também o Saladino, desde os tempos da Dragon Magazine brasileira. Sempre adimirei os caras, mas quando eles passaram a levar mais a sério o cenário de Tormenta (que era uma coisa despretenciosa no começo) eu preferi me afastar, sobretudo por não gostar do gênero anime/mangá. Acho que o pessoal do Trio parou de responder as minhas necessidades como jogador quando optaram pelo estilo. Mercadologicamente, eu acredito que tenha sido mais interessante, sobretudo porque pessoal mais veterano é meio preconceituoso demais e normalmente não gosta de anime/mangá. Eu acho que Tormenta é voltada para um público mais jovem, porque acho o cenário muito pueril.

      Outro dia contei mais ou menos a história do Cassaro pra minha namorada e ela ficou fã dele. E eu disse a ela: eu sou fã dele, porque ele obteve sucesso fazendo aquilo que gosta num lugar onde não tinha muitas condições para isso. Respeito o trabalho do trio, mas não estou disposto a consumir. Dizer que o texto é no nível do texto da WotC é um exagero, porque os gamers de lá tem uma experiência muito maior do que a de qualquer um do trio. De qualquer forma, eu realmente acho pouco provavel que o trio jogue em seu próprio cenário, porque eles já estão um pouco velhos para a linguagem apresentada. Um escritor de livros infantis se entretem lendo os próprios livros? Enfim.

      A única coisa que me incomoda são as críticas desmedidas a quarta edição. Fica parecendo que é mais uma estratégia defensiva, já que o cenário da Tormenta não poderá (ao menos oficialmente) ser adaptado para a Quarta Edição, já que as regras são fechadas. Foi uma boa saída ter lançado regras próprias, porque isso encerra de vez essa dependência do D&D. Vocês não precisam disso, rapazes! No mais, boa sorte no seu trabalho.

      • O Cavaleiro says:

        @Danilo: Eia aqui uma crítica respeitosa e adulta. Uma forma decente de se fazer valer sua opinião sem precisar ofender ninguém. Parabéns Danilo!

      • Rogerio Saladino says:

        Opa, Danilo.
        Obrigado por fazer críticas e expor sua opinião de forma educada e civilizada, sem xingar ou ofender ninguém. Assim, dá até gosto de responder… Parabéns mesmo.
        > Bem, minha opinião: eu acompanho o Cassaro a muito tempo, e também o Saladino, desde os tempos
        > da Dragon Magazine brasileira. Sempre admirei os caras, mas quando eles passaram a levar mais a
        > sério o cenário de Tormenta (que era uma coisa despretensiosa no começo) eu preferi me afastar,
        > sobretudo por não gostar do gênero anime/mangá.
        Bom, respeito sua opinião. Mas acho que Tormenta não é só mangá. Tem vários elementos que fogem bastante da estética anime/mangá que estão presentes no cenário, e normalmente são ignorados quando o assunto vem a discussão. Um ótimo exemplo que eu gosto de mencionar é O Reinado, que sendo bem sincero, tem muito poucos elementos estruturais de mangá.
        E tem outra coisa, o “levar o cenário a sério” é mais em decorrência dos fãs. Afinal, os jogadores que curtem Tormenta pedem pra que a gente faça mais suplementos, desenvolva esta ou aquela parte. Gostamos de Tormenta, ficamos muito felizes com o sucesso do cenário. Devíamos fazer o quê? Quando lidamos de forma mais descontraída, tem gente que reclama que o cenário é “mediocremente mal escrito”, quando vamos dar mais detalhes pra essa ou aquela parte, tem gente que acaba não gostando…
        > Acho que o pessoal do Trio parou de responder as minhas necessidades como jogador quando optaram
        > pelo estilo. Mercadologicamente, eu acredito que tenha sido mais interessante, sobretudo porque
        > pessoal mais veterano é meio preconceituoso demais e normalmente não gosta de anime/mangá. Eu
        > acho que Tormenta é voltada para um público mais jovem, porque acho o cenário muito pueril.
        Danilo, entendo mesmo sua posição. Tenho muitos amigos que não curtem muito Tormenta, e não é pela qualidade do cenário em si, ou pelo fato de acharem que é mangá. Simplesmente não é o estilo deles. Isso não faz deles menos amigos meus. É bem o lance de não suprir a necessidade do grupo e etc.
        Mas tem duas coisas que você afirmou que valem ser discutidas. Uma é o raio do preconceito do “porque tem mangá/anime, é ruim”, que eu não agüento mais discutir, de tão fraco que são os argumentos. O segundo é o lance de Tormenta ser “pueril”,o que eu também discordo. Se fosse, o cenário não teria gerado a trilogia de romances do Leonel, que de pueril não tem nada.
        > Dizer que o texto é no nível do texto da WotC é um exagero, porque os gamers de lá tem uma
        > experiência muito maior do que a de qualquer um do trio.
        Eu não vou dizer que o meu texto é melhor que o da WotC. Mas também não é exatamente verdade que os todos os atuais gamers da WotC tem muito mais experiência do que a gente. Sou um grande admirador de grandes game designers e muito do meu material de RPG foi nitidamente inspirado no trabalho desse pessoal, desde a época do AD&D (antes da Revised Edition) e em diante. Aprendi muito, mas muito mesmo com eles.
        Mas isso não quer dize que eu vou sempre bater palmas para qualquer coisa que sair por eles. Vários excelentes designers estão saindo da Wizards e procurando outras editoras para publicar seus trabalhos. Eu não sou um grande fã de todos os que ficaram por lá. Tem gente que tem umas formas de escrever bem fracas mesmo. Isso foi um dos fatores que me afastou da nova edição.
        > De qualquer forma, eu realmente acho pouco provavel que o trio jogue em seu próprio cenário, porque
        > eles já estão um pouco velhos para a linguagem apresentada. Um escritor de livros infantis se entretem
        > lendo os próprios livros? Enfim.
        Você ficaria surpreso de saber quantos escritores infantis gostam de ler livros infantis para se divertir…
        Eu não jogo Tormenta por falta de tempo. Eu adoro vários outros cenários, como Ravenloft, Forgotten Realm, Pathfinder… tenho trocentas campanhas e aventuras inacabadas. Tudo por falta de tempo. Eu jogaria Tormenta facilmente, se tivesse tempo! O argumento “serem velhos demais” está meio equivocado nesse caso.
        > A única coisa que me incomoda são as críticas desmedidas a quarta edição. Fica parecendo que é mais
        > uma estratégia defensiva, já que o cenário da Tormenta não poderá (ao menos oficialmente) ser
        > adaptado para a Quarta Edição, já que as regras são fechadas.
        Danilo, isso não é verdade. Vou responder especificamente da minha parte. Eu não gostei da quarta edição, como você diz, ela não me satisfaz como jogador. Eu não gostei da postura da Wizards e das medidas tomadas pela empresa ao se lançar a nova edição. Como não me agrada e eu não vou usar, não vou escrever material pra ela. Se me dissessem que eu TERIA que escrever suplemento da 4ª Ed. ou regras ou adaptações, com certeza saíram ruins. Prefiro deixar pra quem gosta e curte a edição.
        Não tenho “raivinha” da 4Ed. porque não podemos fazer Tormenta nela. Não gosto das regras, acho o ritmo e os conceitos que eles usam para o jogo contraditórios demais para o que eu acredito que é mais divertido no D&D. É opinião, que eu não vou discutir aqui, porque não é o local.

        De resto, obrigado pela crítica sincera e educada. Espero que as minhas respostas (que são mais na verdade uma mostra do meu lado da questão, totalmente opinativo e parcial.
        Abraço.

        RogerioSaladino

        • Danilo says:

          Nossa, estou até emocionado de ter recebido sua resposta Saladino. Sobretudo por partir de críticas que, relendo agora, acho que foram até meio duras. Eu acho que o pessoal da Wizards pensou mais mercadologicamente do que qualquer outra coisa ao lançar a quarta edição. O que eu percebo é que RPG tradicional estava perdendo muitos jogadores para os MMORPGs (eu, enquanto mestre, sofri mutio com isso, muitos jogadores debandaram para os MMOs) e por isso aproximaram as mecânicas do D&D a esses jogos (sobretudo o WoW, que é o mais jogado). O que eu posso lhe dizer enquanto jogador veterano é que me agradou bastante muitas das mudanças, sobretudo porque elas propiciaram um balanço maior dentre as classes (o que, note, é uma preocupação dos MMOs, sobretudo do WoW) e um sistema de combate mais funcional, sobretudo em níveis elevados. O grande problema do D&D 3.x é que em níveis elevados o jogo tendia a tornar-se muito impraticável, sobretudo por conta das mecânicas envolvendo as magias (com o sistema de círculos). O sistema de powers com certeza assassinou qualquer possibilidade de verossimilhança, mas permitiu uma equivalência de poder dentre as classes.

          É importante notar que muitos jogadores de RPG são gamers que curtem a prática de theorycraft, construir combos e personagens interessantes, e era justamente para esses jogadores que a 3.x falhava. A quarta edição propiciou uma experiência mais interessante e divertida a eles. E, sinceramente, se eu realmente estou mais interessado em um jogo que envolverá mais interpretação e que dará mais enfoque a história e interpretação eu prefiro recorrer a sistemas que se propõem dar enfoque a essas coisas (como o excelente novo Storytelling), mesmo porque essa NUNCA foi a proposta do D&D (embora eu ainda sinta saudades dos tempos da TSR e suas estratégias de mercado suicidas e o meu amado Planescape). Enfim, a única coisa que eu acho (dessa relação de vocês com a 4th edition)é que a maioria das críticas que eu vi em relação a quarta edição vinda de veículos que eu vínculo ao Trio Tormenta (como a Dragon Slayer), foram muito fracas e tendenciosas, o que eu acho no mínimo anti-ético.

          Agora, quando digo que Tormenta tem estilo anime/mangá, digo isso sobretudo porque o principal carro chefe na divulgação do cenário foi a HQ Holy Avenger e porque quase toda arte é nesse estilo (pelo menos até onde acompanhei – e eu comprei muita coisa ainda, enquanto vocês ainda eram da Talismã, mas nada depois que migraram pra Jambô), com a exceção dos desenhos do André Vazzios, que são muito bons, devo acrescentar!

          De qualquer forma, não mereço parabéns pela educação: essa é a conduta mínima que você deveria esperar de um RPGista veterano e que reconhece a importância que você e o Cassaro tiveram na promoção do hobby no país!

          Mas tentem não deixar o poder subir a cabeça.

          Abraços!

        • Danilo says:

          Sobre a falta de tempo: eu imagino, é difícil conciliar trabalho, faculdade, namorada e RPG, mesmo porque é uma atividade que demanda bastante tempo. Agora, acho que você deveria SIM manter uma mesa regular no cenário que você mesmo criou, porque isso demonstraria as incoerências E carências narrativas, além de propiciar um excelente laboratório para a criação de novos NPCs (como eu sei que já serviu em diversas ocasiões). Não sei se posso falar muito disso, mas acredito ser essa parte de seu trabalho (sobretudo agora que, além de um cenário, vocês criaram um “Novo” sistema)! Eu, particularmente, jamais trabalharia com RPG porque acho que o meu destino seria semelhante ao da TSR, eu criaria apenas jogos/cenários que fossem do meu agrado, e lucraria muito pouco com isso. Mas, assim como todo mestre, tenho muito amor por criar, histórias, personagens e tudo mais e nem sei se conseguiria encarar isso como um trabalho.

        • kazuyataz says:

          @danilo
          vc tocou num ponto interessante:anime.
          eu estava olhando a comunidade da ds no orkut e,uma das coisas que observei foi o preconceito com o anime/manga.sério,foi de assustar a facilidade com que grande parte das pessoas la não gostavam de anime,as vezes mesmo sem nunca ter assistido um.
          é por isso que eu acho que grande parte dos rpgistas não goste de tormenta.de algum modo o estilo manga da impressão amadora pra essas pessoas.é visivel isso por muitos argumentos acima.

  47. Fabricio Machado says:

    Poutz…eu já não gostava do cenário mediocremente mal feito da primeira edição, passei a gostar menos ainda após ler o show de asneiras proferidos pelos “palestrantes”. Na minha humilde opinião, jogo do gênero é D&D. Simples assim.

    • Rogerio Saladino says:

      Se não gostava, porque está no tópico comentando sobre o cenário? Só pra falar mal?

      Cara, na boa, vamos discutir de boa, pra conhecer a opinião dos outros e expor a sua, que acaba sendo bem mais produtivo do que simplesmente ofender o outro.

  48. DiegoRosa says:

    O livro parece que está muito bom.
    Sempre gostei de Tormenta e já mestrei muitas aventuras nesse cenário,o único ponto negativo é não usar as regras do D&D 4ed,é uma pena,já que as regras da nova edição cairiam como uma luva em tormenta.Tbm tinha alguns preconceitos contra a 4ed quando ela foi lançada, mas depois de testar e perceber como facilita a vida do mestre e estimula sim a interpretação(ao contrário do que muita gente pensa),é inegável que o meu grupo está se divertindo muito mais com a 4ed.Porem respeito a escolha de vcs e desejo sucesso.

  49. Alduim says:

    Sinceramente muito conversa sem argumento. Quem comprou e jogou diga se o playtest faz falta ou não. É só ver se a mecânica está interessante.

    Eu não comprei por que o pessoal que joga comigo não larga Forgotten, os caras ainda usam o material da segunda como referência. Pelo fato de ser mais velho tem muito mais informação, plot e a wizard liberou um bocado de material no site. Já há informação demais pra campanhas. E já tenho os livros cores da 3 e da 3.5 então…

    Torço pra que Tormenta dê certo apesar de não gostar do estilo animesco. Vejo as pessoas chamando de colchas de retalhos e reclamando do reino de chocolate. Se os autores conseguirem amarrar bem os motivos, não vejo necessidade de trolls reclamarem, mas no final irão só por que não tem o que fazer.

    ilustrações do Vazzios são as melhores nem sei se tem nesse livro, mas vi no antigo o da bikini de cota de malha

  50. urbano says:

    Olá rapaziada. Gosto muito de Tormenta e do material do Trio. E tbm de material de fora. A partir dos 20 anos sempre tive trampo fixo e condições de comprar meu livros favoritos.

    Para mim, em cenário e texto Tormenta está no mesmo nível, principalmente comparando o tempo de existência.

    Não sei do Trio ou de vocês, mas tenho o jogador do 4.0 e pra mim é ruim, fraco e sem apelo. Acho que até as regras ficaram mais fáceis, mas perdeu as caracterizaras que acompanham o D&D a tanto tempo.

    Reclamar do preço é no minimo idiotice, um livro por 80 (100 até) que já possa sair jogando é muito melhor do que outro jogo que precisa de 4 a 5 livros…..

    Se ele são metidos isso pode ser discutido, mas outros tentaram e não vejo vocês preocupados com o trabalho deles. É normal, por algum tipo de hipocrisia enraizada, que Brasileiro não goste de nada daqui, mas já que é uma merda por não se mexem e começam um fanzine (como o pessoal do Mamute) e faz um trabalho legal na visão de vocês. Quando conseguirem me avisem vou ver esse trabalho. Espero que seja muito bom e ninguém reclame.

    Claro que opinião e critica são coisas diferente, vi muita opinião aqui e pouca critica.

    http://mestreurbano.wordpress.com/2010/06/29/opiniao-ou-critica-nao-gostar-do-trabalho-de-alguem-nao-faz-desse-algo-ruim/

    Pelo menos leiam o conteúdo antes ou leiam o texto de alguém que vocês respeitem e seja coerente, sobre esse.

    Abs

Comente!