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Love (and sex) is in the air

Dispa-se de preconceitos: romance em RPG é sim possível e muito divertido.

A base do RPG é a interpretação de papéis, então quando mais profundos forem seus personagens, mais vivos serão mais interessante e divertido será o jogo. Quando falamos de profundidade queremos abordar as motivações intríncecas e os aspectos da personalidade do personagem. Logo, volta e meia acaba surgindo em qualquer mesa alguns dos mais antigos dilemas da existência humana: sexo e romances. É um assunto polêmico, que alguns grupos encaram numa boa e outros nem se lembram, mas com certeza pode adicionar um muito de tempero em qualquer jogo.

Antes de mais nada, e obviamente, todo Mestre  sabe qual é o tom que quer dar às suas campanhas antes de iniciá-las e conversou sobre sua proposta com os jogadores. Logo, se você vai continuar lendo, estamos assumindo que você usa, pretende usar ou ao menos está considerando abrir a mente para o amorrrrrrrr.

Uma porrada de gente já disse por aí (um Google-fu e você acha) que o romance, e até o sexo (discutiremos isso adiante), podem ser uma grande adição a uma campanha se usados como elementos narrativos e o grupo souber lidar com eles de uma forma adulta e racional, gerando ótimas tramas, oportunidades de interpretação, conflitos e interações. Além de ser uma ótima fonte de “causos” de RPG em rodas de colegas nos encontros, sempre surgem coisas engraçadas ou dramáticas a partir de ganchos românticos nas histórias.

De modo geral, personagens assexuados que vêem seus companheiros como irmãos e o resto do mundo como “aliados e inimigos” são tão chatos quanto personagens rasos, portanto deveriam ser a exceção e não a regra.  Se o personagem age dessa maneira deve ter um bom motivo para ser assim, então mesmo a ausência de romantismo pode ser um bom gancho a ser explorado in game. Um pouco de criatividade a mais na hora de pensar nas motivações e objetivos do seu personagem pode enriquecer demais a ele e à história. Surgem aí cavaleiros que não podem amar e se apaixonam por rainhas (um certo jedi), vilões memoráveis que lamentam por paixões perdidas (um certo vampiro) ou o clichê mas bacaninha casal de protagonistas que nunca ficam juntos (são tantos!).

Claro, o grau de importância do romance pode variar desde um grande plot pessoal do personagem (ou às vezes do grupo todo) até um pequeno detalhe (meu guerreiro carrega um talismã feito pela esposa amada e nunca perde a coragem de lutar graças a isso) ou mesmo uma bela história que pode vira contos nas mãos de jogadores/ escritores e rende momentos únicos em jogo (tenho personagem  que tem uma história única de já há muitos níveis e anos com seu marido, de um amor que ultrapassou a morte e os planos!Vou escrevê-la e posto no dois contos depois. =D). Tudo depende da vontade dos jogadores e do Mestre.

Outra coisa: continue interpretando. É muito importante, como o seu personagem é um pacote completo, que os sentimentos venham junto de todas as suas características, como dicção, alinhamento moral, atributos físicos, etc. Se você fez um bárbaro meio-orc, achou o nosso artigo legal e resolveu fazê-lo se apaixonar pela ladra do grupo, vai ser no mínimo estranho se ele agir como um grande conquistador sensível. Ele poderia ser meio tímido, cortejá-la de modo pouco delicado como dando lhe presentes como peles de animais, quebrar no braço quem desrespeitá-la ou machucá-la, ou algo do tipo. Mas claro, cada caso é um caso e com o devido tempo todo mundo pode mudar um pouco: um mago elfo chato vai continuar sendo abusado e arrogante mesmo amando alguém, mas pode começar a tratar aquela pessoa de forma diferente e até se tornar uma pessoa melhor. O amor faz milagres, rapazes (vide A Bela e A Fera).

Amores impossíveis e grandes plots
Amores impossíveis e grandes plots

Acerto crítico no meu peito

Como já dito aí em cima, não importando a relevância e abordagem dos romances no seu jogo, os conflitos e obstáculos relacionados são uma tremenda ferramenta para dar uma garimbada em qualquer campanha. Mesmo quando um jogador não os cita na sua história, é bastante interessante que o Mestre os adicione justamente para ser um dos problemas que os jogadores terão que superar além dos trolls/sabás que espreitam além do próximo corredor.

Os personagens podem ser de facções, raças, tendências ou classes sociais antagonistas ou ao menos incompatíveis. Um personagem jogador pode se apaixonar por uma vilã, ou vice-versa. Os jogadores precisam ajudar um casal de NPCs a superar seu amor impossível. Uma aventura inteira pode ser construída em cima de conceitos simples como esses. Aliás, grandes guerras da nossa história (e, como você leitor esperto já sacou, grandes plots) começaram justamente por causa de disputas amorosas (Helena que foi raptada por Páris e resgatada pelo exército de Agamenone, irmão de Menelau, e por todos os heróis que juraram protegê-la?).

Ocasionalmente, o relacionamento é impossível mesmo. O paladino e a súcubo, o anão que se encanta com a maravilhosa clériga elfa mas obviamente vai ter um amor platônico pro resto da vida ou qualquer outro tipo de objetivo inalcançável. Fora o clássico casal que se ama, é repleto de tensão sexual, mas prefere manter tudo no platônico, seja por não se entenderem ou qualquer outro motivo, vide Mal e Inara de Fireflye. Às vezes você simplesmente não faz o tipo do alvo de afeição ou os jogadores simplesmente não querem tal relacionamento para os seus personagens. Qualquer um desses casos não deixa de ser um bom gancho e também dá pano pra manga para viver boas tramas.

Momentos de descontração em tavernas, uma boa coisa
Momentos de descontração em tavernas, uma boa coisa

Vocês são mesmo íntimos?

Romance e sexo são talvez os aspectos mais complicados de se lidar ao serem incluídos em RPG, necessitando muito jogo de cintura por parte do Mestre, que é, assim como para qualquer coisa na mesa, o verdadeiro termômetro – porque todo narrador precisa conhecer seus jogadores e decidir qual o nível de conforto oferecido a eles e qual o peso da aura que deve pairar sobre a sua mesa.

Logo, considere três fatores: o que o grupo quer para o jogo, a maturidade e o entrosamento dos jogadores – são eles que vão ditar o ritmo. Quanto maior forem os dois últimos fatores e se eles estiverem de acordo com o primeiro, mais liberdade vocês vão ter para adicionar tramas e situações bacanas à crônica.

Muitos jogadores se inibem para abordar o romance, especialmente em se tratando de homens. Não vamos discutir sexualidade ou a sociedade em que vivemos aqui, mas no geral eles se sentem desconfortáveis em interpretar afeto para um Mestre barbado. Okay, este é um jogo de faz de conta e trata-se apenas de um personagem em um mundo imaginário, mas às vezes simplesmente não dá para interpretar. Nesse caso o melhor é sempre moderar a dose de interpretação de forma gradual “dizer” ela te diz algumas palavras carinhosas e vocês trocam “afagos” pode ser infinitamente melhor do que uma conversa constrangedora para todos. Às vezes jogar pela internet faz maravilhas, já que ninguém está se vendo, então se você puder usar a tecnologia a seu favor. Deixe todos os momentos melosos que quiser para depois da sessão, quando ligar o computador em casa.

Outro ponto muito importante é que todos estejam à vontade com coisas como a inclinação sexual dos personagens. Se você tem preconceito, melhor não variar muito, para não ficar desconfortável com o personagem. Se não, tenha em mente que a única coisa que não se deve fazer é desrespeitar os outros jogadores, afinal esta é (infelizmente) a faceta mais delicada do tema.

A segunda ressalva mais importante é sobre os alvos de interesse dos Don Juans. A maioria dos relacionamentos, especialmente os mais “plotísticos”, costuma se dar entre PCs e NPCs, mas seguindo os critérios acima, pode ser bacana um caso entre os personagens dos jogadores (em iniciativa obviamente deles). Mesmo assim, pode dar dor de cabeça, quando se confunde realidade com ficção, deixando o romance sair da mesa (os dois se interessarem “out-character” =D). Claro, se acontecer tudo bem, mas é bom evitar por motivos simples: se os pombinhos brigam na vida real, a interpretação pode ser prejudicada, e vice-versa, o que é pior. Cair em cima de uma personagem do(a) namorado(a) de outro(a) jogador(a) pode ser uma roubada também, porque o ciúme pode rolar solto (e pode ser pior ainda para o Mestre, com seus NPCs). Ah, sim, botar seu persona pra xavecar alguém só pra catar essa pessoa fora do jogo também é no mínimo sacanagem! Claro que também pode dar extremamente certo (como deu para mim e Dan), mas todos estão realmente dispostos a arriscar? Se der errado pode acabar com um grupo de jogo e com uma campanha boa. Bom senso não é só uma qualidade mental de story teller,mas um exercício de atitude e reflexão a ser feito para que as sessões de jogo sejam tranquilas, no quesito out-game, e divertidas para todos.

Infidelidade dentro do jogo também é um assunto complicado. Se bem usado, pode ser bacana também (o PC mercenário sedutor seduziu a esposa do senador e conseguiu informações sigilosas que o ligam a nomes importantes entre os Sith! Pau nele!), mas no geral é melhor saber temperar e não misturar alhos com bugalhos.

Você ainda acredita em cegonhas?

Muita gente acha que descrever demais romances a ponto das coisas esquentarem e a narrativa descambar para o sexo é algo idiota, constrangedor e/ou ofensivo. Eu particularmente acho válida toda forma de amor… ops… de se jogar RPG =D. Afinal, errado é não se divertir. Logo, ao defender o “canguru-perneta” achamos que a não ser que seu personagem seja celibatário ou amebóide, há uma possibilidade, ou deveria haver, dele se deparar com sexo. Ao nos aprofundar (ops) no assunto, mantemos sempre o que acabamos de falar sobre os limites, o entrosamento do grupo, a responsabilidade de conhecer e respeitar os outros jogadores, além do bom e velho bom senso.

O lado Leal e Bom do sexo: cenas de romance tórrido, se bem levadas, podem render de divertimento mútuo a piadas memoráveis. Em uma mesa adulta, os jogadores farão muito bem se conseguirem jogar pudores e hipocrisia fora e, sabendo lidar com a coisa, descrições leves e breves podem ser legais. Porém, acreditamos que o melhor é manter tudo na esfera da insinuação e não entrar no campo do detalhamento excessivo. Todo mundo sabe (ou vai saber um dia) como se faz sexo, e a internet sempre pode ser mais satisfatória que um jogo de RPG para satisfações pessoais. Uma dica: bons filmes sempre manejam suas cenas de sexo de forma inteligente, então eles são uma boa pedida para se espelhar. Uma boa idéia é jogar até o limiar da pegação, quando esta começar os jogadores envolvidos apenas dizerem em linhas gerais como foi, por exemplo: Meu personagem é muito carinhoso e sensível, preocupa-se com o bem estar da sua personagem. Ou, meu personagem é mais institivo e animalesco na cama. O limite é a imaginação, só não precisa transformar o jogo em um capítulo de Emanuelle, a despudorada. =D

Jogar dados pode ser encarado como algo ridículo, mas às vezes pode ser interessante para a trama (como o sedutor que cata a esposa do senador alvo-de-suspeitas e seu sucesso em conseguir os documentos incriminadores depende diretamente de seu desempenho sexual, e como ele está nervoso é grande a chance de acontecer aqueeeeeeeela brochada =D) ou mesmo divertido para se dar algumas risadas. Uma personagem minha completamente sem noção atacou o guerreiro meio-elfo após dois dias de marcha forçada e o pobre não tinha dormido nada. Resultado? Uma das melhores piadas do jogo, out of game. Depois ele a compensou e os dois chegaram até a se casar. Foi uma situação chata in game, mas fora do jogo todos se divertiram e nenhum dos jogadores ficou constrangido. Fora isso, melhor dizer “fomos pra cama”.

E o amor prevalecerá!

O lado Caótico e Maligno: quão explícito será o seu jogo? Claro, não precisa ter estupradores, maníacos zoófilos e outras bizarrices, mas dependendo de quão sombria for a história, elementos sexuais podem ao menos ser citados. Por exemplo, a megacidade do seu cenário pode ter monstros, violência e lutas a cada esquina. E pode ter bairros onde se obtém prazer por um preço. Pode ter nobres inescrupulosos, mas e se eles tivessem suas perversões entre quatro paredes? Você pode até caracterizar soberbamente um vilão ao mostrar o “covil” dele aos jogadores como sendo um lugar de jogatina, práticas sexuais bizarras e coisas pesadas como monstros e experimentos estranhos. De novo, evite o escatológico a não ser que a intenção seja zoar.

Por exemplo, em uma campanha de AD&D, as personagens de duas jogadoras foram estupradas em dois momentos: a primeira, uma jogadora mais nova e menos experiente, ganhou um breve “olha, infelizmente o sujeito vai violentar a sua personagem”, e ficou nisso, sem prejuízo pra ninguém. A segunda, mais adulta e macaca velha no jogo, ganhou uma descrição um pouco mais detalhada (para sentir raiva in-character do vilão) e engravidou, e o jogo teve grandes guinadas baseado nessa gravidez, desde momentos tristes de roleplay até o clérigo do grupo se comprometendo a cuidar da criança. Viraram amantes e casaram.

Lembre-se que até mesmo os deuses metem-se em intrigas e confusões devido a seus sentimentos de amor e luxúria por seus pares ou por mortais. As tragédias gregas e a mitologia está cheia de exemplos de que a partir de um simples fora ou paixão podem surgir as histórias mais incríveis. Use também alguns desses aspectos divinos em seu jogo, que poderá ser muito bom. Em uma campanha que jogamos a Deusa da Magia havia roubado o amor do Deus do Sol da Deusa das Trevas, por causa desse amor não correspondido os servos dessas divindades travaram várias batalhas uns contra os outros, mesmo sem saber que o motivo era esse.

Na hora de fumar um cigarro.

Crivamos algumas palavras-chave aqui, sendo a primeira a credibilidade que cada personagem deve ter para ser memorável, a sintonia do grupo e, acima de tudo, o bom senso. Falamos sobre assuntos picantes, mas esperamos que vocês consigam tirar algum proveito para outros aspectos do jogo, já que todos demandam as máximas que levantamos aqui.

E quem quiser a ficha do Cupido, procura no Deities and Demigods ou talvez no Scion. ^^

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18 Comentários

06.10.09

Preciso ver meu Divindades e Semi deuses só de curioso!

Tema muito interessante, acho que já li sobre ele no Pensotopia, mas é bom rever os conceitos, mas o texto é outro. As imgens são novas

E aproposito as mulhes nas figuras de grafite são a mesma? A meio-genio?

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Elisa Respondeu:

Na verdade esse texto foi remodelado a partir de um antigo no Pensotopia. Com a minha saída os meus posts foram apagados, então decidi reeditá-lo por aqui.

As mulheres das artes de grafite são diferentes: a primeira com dois rapazes é Hiswen meio-elfa duelista (minha personagem), a segunda deitada na casa é Nismet genasi do fogo feiticeira (minha personagem também =D) e a última agarrada ao elfo é Melina barda humana (personagem da minha amiga Olívia). Daniel tem o hábito de desenhar cenas das nossas campanhas. XD

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Arquimago Respondeu:

Ha tá! Então ta explicado! Eu lembro que uma epoca ele colocava varios desenhos junto com posts das campanhas essa da Genasi (e não meio-genio) eu lembro, lembro inclusive de quem eram os dois PJ :P heheheheh)

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Olivia Respondeu:

Nunca me esquecerei de Talkan rolando na cama com o dedinho mínimo na boca. ^^

*Foge para o Alasca*

06.10.09

Avatares dos deuses apaixoando por mortais é um excelentíssimo plot. Porém esse tema é um de alguns que coloco uma “estrelinha” para serem abordados e até fazer um podcast! Infelizmente conheci poucas pessoas maduras o sucificiente para encararem este tipo de situação em mesa.

Mais uma vez, parabéns pelo ótimo artigo. Continue abordando temas polêmicos.

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06.10.09

Romances in game são ferramentas muito úteis para desenvolver personagens e plots. Afinal, ninguém é assexuado. Entretanto, como a Elisa já falou, tudo deve ficar no ponto em que seja confortável para os jogadores e mestre (porque, se for pra ficar chato, é melhor nem colocar). Na nossa campanha de Eberron, por exemplo, dois romances surgiram entre Pjs (um deles meio Romeu e Julieta, inclusive), e isso foi muito legal e divertido de interpretar, além de que ajudou os personagens a crescerem.
Allana postou o seguinte… Quando a Luz vacila na Escuridão

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06.10.09

Muito interessante a maneira como você abordou o tema Elisa :).

É definitivamente uma boa leitura para qualquer um que queira pensar melhor sobre amor e sexo em sua campanha! ^^

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06.10.09

Elisa, bom o artigo, eu tb já tinha lido a versão 1.0 dele no pensotopia e este aqui melhorou em alguns pontos, mas acho curioso quando leio que alguns grupos tem certos tipos de “pudores”, claro, o mestre deve avisa a seus jogadores sobre o nivel do jogo…
Faz 2 anos que eu avisei aos jogadores do grupo que seria um jogo para maiores de 18 anos, pois teria não somente ligação com amor, sexo, violencia, mas todo tipo de tematica adulta tb…
Nestes dois anos acho q o momento mais serio do jogo, foi quando o Gue/Brb denunciou a posição de sua hã “noiva” para uma inimiga dela, mas pq ele fez isso? simples, defeito Luxuria e uma ranger que sabia usa os seus dotes (incluindo aqui os labios canudos)… qual o resultado disso… a ranger foi com seu grupo de “amigos” e acabou com a “vida” da maga, destruindo a sua aparencia, violentando ela de maneiras inimaginaveis e pior matando o filho que ela nem sabia que estava esperando… Ou seja um jogo que realmente levou a dramas solidos e tudo apoiado na tematica amor/fidelidade/lealdade… foi memoravel…

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Dan Ramos Respondeu:

Caraca! Só presta assim! =D

Bem-vindo, Chacon!
Dan Ramos postou o seguinte… E Nasce o Old Dragon Fast-Play-Test!

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06.10.09

Este está entre os melhores artigos de RPG que já li.

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Elisa Respondeu:

Poxa, muito obrigada pelo elogio. Aguarde então o próximo que vai complementar esse texto. =D
Elisa postou o seguinte… Educar deseducando

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06.10.09

adorei o post
perfeito
na minha mesa teve uma pj druida vedania q engravidou de um ranger
fui muito massa

e os desenhos são muito bacanas
adorei eles tb
eu tb desenho, mas acho difícil de fazer cenários….

parabéns vc ecreve muito bem
me diverti muito lendo

dei boas risadas e me lembrei de muitas da minha mesa
^^

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06.10.09

Acho bem legal o tema, tenho uma personagem que tem pouca experiencia com romances e vive fazendo “besteiras” no relacionamento que ela tem, inclusive é de uma aventura de super seres, o que pode causar problemas maiores(imagine uma mulher-lagarto com poderes relacionados a fogo com crises de ciumes O.O)

Parabens pelo texto, continue escrevendo sobre assuntos “polemicos” que eu adoraria ler mais.

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Elisa Respondeu:

Sei como é isso, minha feiticeira genasi do fogo tem um romance inacabado com o guerreiro meio-dragão dourado (PJ), as brigas são violentas e sempre saem barrizaldas e rajadas de fogo. O mais comum é o guerreiro ficar com as roupas chamuscadas (ele tem redução de dano a fogo, ainda bem ^^).

Fico feliz que tenham gostado do texto.
Elisa postou o seguinte… Educar deseducando

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06.10.09

Consegui o efeito dramático do amor, poucas vezes (uma delas em Ravenloft…). Agora com esse texto da Elisa, vou por mais pimenta em minhas crônicas do Mundo das Trevas. É hora de se apaixonar…pelo RPG! hehehe

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06.10.09

Só pra contar, eu devo ter participado em umas 2 ou 3 historias dessas (seja como ator, seja como espectador… mas deixa pra la iuhaiuhauihaih) nas campanhas de ramos(que devo dizer aqui: adora colocar esse tema em suas campanhas) e eu me diverti pra caralho, cadas situação deixava uma brecha pra outras questoes em jogo (até mesmo “pequenas” brechas como filhos de dois pcs =D ) Mas o mais importante era jogar com gente que encarava aquilo numa boa, até porque todos devem conhecer um minimo do “nive de pudor” dos seus jogadores =) e como elisa disse: duas situacoes com jogadoras diferentes em situacoes parecidas geraram narrativas beeeeeem diferentes =)
muito bom o texto!

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06.10.09

Em um dos nossos jogos no Fantasy Grounds, de Porto Livre, tivemos que ir a um bordel freqüentado por meio-orcs para procurar um NPC importante. Só que o cara ia demorar a beça para aparecer. Daí que os personagens homens decidiram aproveitar o lugar.. O divertido foi que o Gan (mestre) usou rolagens de dados de constituição para narrar como foi a “performance” do personagem e outra para ver a possibilidade de uma gravidez. Nosso elfo se deu bem.. (imagina o sucesso que ele fez entre as meninas acostumadas a receber meio-orcs!), e ganhou uma história. A menina se apaixonou e decidiu ter o filho dele, fora do bordel. Encontrá-la virou uma quest :)
Maíra postou o seguinte… Resultado da promoção “Taulukko Bom pra Todos”!

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[...] em RPGs Eu estava lendo um artigo muito interessante no paragons sobre romance – e sexo nas aventuras de RPG, e o artigo era tão interessante – e [...]

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