Olá a todos! Não, não é brincadeira. Depois de quase 10 meses de produção de material semanal, chegamos ao penúltimo capítulo da série. Muita coisa boa aconteceu até aqui, muitos acertos e alguns erros, mas no geral, fizemos um bom trabalho!
Motivos paralelos para a chegar a este ponto não faltam. Tempo escasso, problemas pessoais relativamente chatos (que me impediram aliás de enviar esta matéria no dia correto), e também a diminuição do retorno. Aldora é um projeto conjunto. Sem votos e retorno não há razão para existir. É triste mas é a mais pura verdade.
Mas enfim, deixemos de chororô e continuemos com os trabalhos da semana, a penúltima semana!
E como sempre, direto ao nosso texto!
Tudo o que Lielus pode fazer foi procurar algum meio de limpar o pó que se depositava em seu rosto e roupa enquanto procurava expelir o que entrara em seus pulmões, tossindo o máximo que pode. Assim que a nuvem de poeira se assentou a primeiro coisa que viu é que Aldak jazia sobre o pesado móvel de madeira aparentemente desacordado, enquanto que Thair se levantava coçando a cabeça que provavelmente batera em algum canto durante a fuga da cômoda voadora.
Não havia nenhum sinal de Gorma no recinto, nem mesmo as pegadas na poeira do chão. Ela simplesmente desaparecera.
Thair e Liellus com alguma dificuldade afastaram a cômoda de cima de Aldak enquanto que esse gemia de dor e tossia, provavelmente aliviado por conseguir respirar sem tamanho peso sobre seu peito. – Não há de ser nada Liellus, provavelmente umas costelas quebradas e nada mais. Aldak ficará bem.
Antes mesmo que pudesse concordar com a afirmativa, Aldak abriu os olhos e retrucou: – Eu estou bem. Vamos me ajudem a levantar! – Onde está Gorma? O que foi que aconteceu?
Neste exato momento, um ruído estranho começou a perturbá-los. Do piso gasto de madeira, uma sonoridade mecânica e ritmada chamava a atenção e ecoava por todo o recinto. As tábuas do piso vibravam e erguiam a camada espessa de pó que cobriam o amadeirado quase secular da construção. Os cravos de fixação se erguiam a cada salto do piso, demonstrando que a qualquer momento, este poderia ceder.
Desesperado, Thair e Liellus trataram de subir na cômoda para alcançarem o mezanino isolado desde que a escada da grande sala desabara. com algum esforço Liellus conseguiu escalar e se apoiar num encanamento visível de metal para poder ajudar o combalido Aldak a subir pro segundo andar. Quando Thair preparava-se para se erguer, erguendo as mãos para Liellus, ouviu o primeiro estrondo, logo seguido do outro. Uma a uma as tábuas do assoalho iam cedendo e caindo e sob o chão um emaranhado de sombras negativas, iam dançando num ritmo frenético e simcopado como se fossem girinos numa pequena poça de água ao lado de um rio. As sombras iam da esquerda para direita e da direita para esquerda, subiam e desciam num vai e vem frenético. Temendo o pior,Thair objetivava subir, quando não percebera o que acontecia às suas costas. a poucos metros dele, erguidos por uma multidão de sombras, um homem misterioso e de roupa marrom surgiu.
Continua…
Pois é! Como semana que vem traremos o último capítulo da nossa saga, não teremos mais votação em Aldora. Então é aguardar a semana que vem (ou a outra, no caso de algum imprevisto) e ver como nossa história se encerrará!
Arquivado em: Aldora | Cenários | Medieval
















2 Comentários
E aldora acabou assim como caverna do dragão, sem seu ultimo capitulo.
Mas amei a saga, e fica na imaginação o final.
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É, a mesma coisa que Kan.. Aldora jaz em páz agora xD.
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