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Aldora: A sombra de alguém que teria de matar

Olá a todos!
Tivemos uma semana movimentada em termos de votação e comentários! Vários dos usuários do RPGOnline que há muito não comentaram retornaram e deixaram o seu alô. Antes de mais nada, o meu sincero obrigado!
Nestes comentários, uma coisa vem se tornando comum, que é um pedido para o aumento da história ou para que [...]

Olá a todos!

Tivemos uma semana movimentada em termos de votação e comentários! Vários dos usuários do RPGOnline que há muito não comentaram retornaram e deixaram o seu alô. Antes de mais nada, o meu sincero obrigado!

Nestes comentários, uma coisa vem se tornando comum, que é um pedido para o aumento da história ou para que os textos sejam maiores, mais extensos, como bem pediu nosso amigo “Dominatrus”. Pois bem.

Os textos não são mais extensos, por uma questão de tempo e controle de qualidade, mas nada impede, que por ser um trabalho colaborativo, não tenhamos material criado e divulgado por outros usuários. Não sei se haveriam pessoas dispostas a colaborar, ou no mínimo separar o que é informação do cenário do que é informação sobre os nossos heróis. Poderíamos criar uma wiki, um grupo de discussão, uma lista de emails, enfim, caso alguém tenha um idéia, uma sugestão, um direção, podemos começar a discutir isso e achar uma solução. As vezes recebo alguns emails através do POP DICE, e quase sempre perguntam sobre material de jogo, se eu faria um pdf ou se lançaria um livro. E sinceramente, eu não sei! O que vocês querem? Como vocês? Quem pode ajudar? Nunca se esqueçam, Aldora não é minha, Aldora é nossa! Fico no aguardo de alguma sugestão! :D

Mas enfim, voltando aos nossos textos. Viagem por terminar, personagem novo na história, e um segredo prestes a ser revelado. A história do Medalhão começa a cair! Veja o que decidimos esta semana:

enquete-26
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Para esta semana, mais informações sobre nosso novo herói e sobre o novo inimigo de Aldak. Vá na nossa página de votação e deixe seu voto, sua opinião! E vamos pro texto!

- Boa Noite! Disse Aldak ao pequeno jovem que lia um texto élfico num papel amarelado. – Boa Noite, senhor! respondeu ele apressadamente enquanto dobrava e guardava o papel junto ás suas coisas. – Posso lhe perguntar se o que lia era élfico? – Sim, era élfico sim. Não sou um grande entendido desta língua, mas o pouco que aprendi faz com que seja divertido entender a parte que não consigo decifrar. Falou ele olhando o envelope na mão de Aldak. – É em élfico o que está escrito aí? – Sim! Disse Aldak abrindo o envelope e tirando dali uma carta em papel simples e ainda mais escuro. – Você poderia ler pra mim? Inocentemente, o jovem Liellus pegou o papel e começou a olhar os símbolos. A maioria do texto ele compreendeu, mas haviam partes que ele simplesmente ignorava:

carta
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A alguns quilômetros dali, o determinado Solaru em transe ouvia ordens de sua mestre. Havia tempos que ela realizava contato mental com ele. Esta era a única vantagem de ter sido “pescado” por aquela névoa fétida. Entrar na mente de sua Sinara.

O Objetivo era claro. Havia alguém em Tarkan que o esperava. Algum amigo de sua mestra de certo. E pelo tom da voz de sua mestra, alguém que não gostava mesmo do portador do Medalhão. Um antigo inimigo que há tempos procurava pelo homem que um dia jurou matar. Ele só não entendia uma coisa, por que uma pessoa assim tão ruim, deveria ser contactada num mosteiro? O que um profeta teria de tão sinistro em seu passado?

Ao ouvir o pouco que a carta revelava Aldak se tornou introspectivo. Pensava em algum nome que se encaixava em L.S. mas sua mente ainda em processo de recuperação, não lhe ajudava com a memória. Distraído virou-se e caminhava pra contar as novidades pra Gorma e Thair, quando lembrou-se do jovem. Virando-se pra trás não percebeu ninguém próximo e deu-se conta de que talvez o menino pudesse estar sozinho. – Onde estão seus pais? – Não sei. Provavelmente mortos. Não tenho ninguém. Só a mim. – Levante-se, vamos pra junto dos meus amigos. Pelo menos lá não temos medo de Elfos.

Desconfiado Liellus terminou de juntar suas coisas no seu bornal e levantou-se. E ao lado de Thair conheceu a sombra daquele que um dia teria de matar.

Não se esqueça! Se tiver alguma sugestão para evoluirmos o processo de criação de Aldora, deixe um comentário! E não deixe é claro de passar na nossa página de votação. O texto de semana que vem, depende de você!

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One Comentário

12.06.09

Aldora aldora aldora :]
Muito Bom esse texto.
Parabens António Sá neto…
Abraços…

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