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Aldora: Humano-Fogo, Elfo-Água

Olá a todos!

Depois de uma semana mais leve, mais light depois de um período mais tenso! Tivemos uma votação mais tranquila e o resultado vencedor foi conseguido até com uma relativa tranquilidade. Nossos heróis de aproximam de Tarkan, mas desde já

algumas coisas que acontecem podem e certamente mudarão seus destinos. Principalmente com a chegada de mais um integrante do grupo, que ficará a cargo de vocês escolher! Acesse a página de votação e escolha sua opção!

Mas antes de escolhermos nosso novo heróis veremos como ficou o quadro final da enquete 24:

enquete-24
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Assim teremos no texto de hoje, a preparação do resultado da próxima enquete, mas desde já com estes dois elementos, um inimigo antigo e esquecido de Aldak e um tradutor não muito versado em élfico, que tentará uma tradução da carta que nossos heróis portam.

E vamos pro texto!

Ele percorria as trilhas e os espaços entre as árvores mas praguejava a todo momento. Centenas de pessoas fugiam amparados por uns poucos druidas e estes conseguiam esconder TODOS os rastros. Malditos comedores de viscus! A velha piada do druida que esconde elefantes em plantações de morangos parecia cruelmente verdadeira, mas ele não tinha tempo para distrações. Ele precisava recuperar a trilha e alcançar seus inimigos. Lady Sinara o recompensaria por isso. E ele a cada dia saberia exatamente como fazer isso!

A expressão “raio de sol” ficou martelando a a cabeça de Aldak por toda aquela noite. Dormir no acampamento improvisado ao lado de refugiados e dos seu amigos era única coisa que ele podia fazer além de pensar, mas infelizmente ele não conseguia. Mesmo se sentindo seguro e encantado com a presteza de luminais, druidas e rangers, Aldak sabia que muitas perguntas estavam respostas. Como o medalhão o teria ajudado? Teria o Solaru conseguido sobreviver? E o cordão de cou…

- Meu Deus, o cordão de couro! Aldak exclamou ainda que em voz baixa. Olhando para a pequena peça nas suas mãos, ele não pode acreditar. Não haviam mais 5 nós na pequena corda!

Num outro ponto do acampamento, ele não sabia o que fazer. Não tinha encontrado sua irmã mais nova, perdida durante a confusão e tinha visto sua mãe ser morta e violentada na sua frente, sem poder resistir. Sempre viveu confuso com sua herança élfica e sua herança humana, parte de óleo e água que nunca se misturavam mas se uniam para fazê-lo. Viver no distrito dos estrangeiros na terra élfica era uma angústia. Os estrangeiros sofriam na mãos do elfos, e os meio-elfos como ele sofriam na mão de todos. Invariavelmente.

Ele olhou a sua volta e via todos dormindo. Crianças orfãs, jovens mutilados e famílias amputadas. Todos dormindo sobre a relva da mata e sob as copas frondosa dos carvalhos. Sua metade élfica estava calma e pedia pela meditação e auto-controle, mas sua metade humana implorava por explosão. Era como o fogo humano e a água élfica dentro de um corpo que quando se uniam produziam a fumaça. A incontrolável e caótica fumaça!

Continua…

Clique aqui e vote para a continuação de nossa história!

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